O Dia das Mães, a ser celebrado no domingo (10), motiva expectativa de crescimento nas vendas e no fluxo de clientes. Considerada a segunda data mais importante do varejo, atrás do Natal, a ocasião é a principal do ano para bares e restaurantes. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! No setor de alimentação fora do lar, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) Baixada Santista projeta aumento de 40% na movimentação em relação a um domingo comum. Estabelecimentos investem em diferenciais para atrair clientes. Conforme explica o líder institucional da Abrasel Baixada Santista, Luan Paiva, “muitos locais oferecem uma experiência exclusiva, com decoração especial, brindes e cardápio personalizado”. No comércio, de acordo com o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) Santos Praia, Nicolau Miguel Obeidi, a expectativa é de aumento de 10% nas vendas em relação ao ano passado. Obeidi destaca que “as pessoas não deixam de comprar um presente para mãe, sogra, esposa ou namorada, mas muitos acabam deixando para escolher na última hora”. Por isso, a estimativa é de maior procura a partir desta terça-feira (5). O gasto médio projetado pela CDL está em torno de R\$ 200,00. Entre os produtos mais buscados, estão itens de moda, como roupas, calçados e acessórios, além de perfumes e cosméticos. Experiências, como almoços em restaurantes e serviços de bem-estar, também aparecem entre as principais escolhas dos consumidores. Varejo O Sindicato do Comércio Varejista da Baixada Santista e do Vale do Ribeira projeta crescimento mais moderado. Estima que as vendas devem aumentar até 6% em relação ao Dia das Mães do ano passado. A maior parte dos lojistas ouvidos espera alta entre 3% e 6%. A pesquisa mostra que os consumidores pretendem gastar, principalmente, entre R\$ 251,00 e R\$ 500,00, com preferência por pagamentos com Pix e cartão de crédito. Entre os itens mais procurados, roupas, calçados, acessórios, perfumes e cosméticos. O presidente do sindicato, Omar Abdul Assaf, comenta que o Dia das Mães “tem forte apelo afetivo, o que estimula o consumo mesmo em um cenário de maior cautela por parte das famílias”.