[[legacy_image_119179]] Os gastos das prefeituras com energia elétrica, cujo preço sobe anualmente, saltaram 22,7% entre julho e setembro de 2020 e o mesmo período de 2021: foram de R\$ 12,950 milhões para R\$ 15,896 milhões. A conta exclui Praia Grande e Mongaguá, que não responderam. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A despesa de Santos foi de R\$ 4,195 milhões para R\$ 5,837 milhões. “Periodicamente, a Prefeitura realiza campanhas, palestras e ações internas de conscientização para o uso e o consumo inteligente de água e energia em suas unidades para evitar o desperdício desses recursos tão preciosos, algumas delas em parceria com as próprias concessionárias: Sabesp e CPFL.” Em São Vicente, passou de R\$ 797, 9 mil para R\$ 900,7 mil. “A Prefeitura está confrontando o consumo médio de energia dos equipamentos públicos com a demanda contratada para tais locais. O objetivo é diminuir o gasto com energia pública da Prefeitura. Além disso, repassa para as secretarias uma busca pela realização de boas práticas de consumo.” Cubatão passou de R\$ 974 mil para R\$ 1,147 milhão em despesas. “A Secretaria Municipal de Gestão incluiu no Plano Plurianual de 2022-2025 estudos para implementar energia solar. (...) Além disso, estamos implantando um projeto piloto com aparelhos de medição do gasto para redimensionar a energia contratada entre outras mudanças. Vamos testar nos três próprios (edifícios municipais) com maior gasto. São medidores que indicam de onde vem o gasto: iluminação, ar-condicionado, etc., e o horários e dias da semana com maior despesa”, declarou a titular da pasta, Célia Rodrigues Ribeiro. Em Bertioga, foi de R\$ 1,2 milhão para R\$ 1,5 milhão. “Todo aumento de gasto impacta na execução do orçamento, fazendo com que haja adequação nas demais despesas”, afirma Mirian Cajazeira Diniz, secretária de Administração e Finanças. Em Peruíbe, aumentou de R\$ 1,687 milhão para R\$ 2,822 milhões, de acordo com a secretária municipal de Fazenda, Valéria Leme Gama. QuedaHouve baixa em duas cidades: Guarujá, de R\$ 1,66 milhão para R\$ 1,449 milhão, e Itanhaém, de R\$ 2,429 milhões para R\$ 2,237 milhões. Itanhaém disse que, de 2020 para 2021, o gasto diminuiu em virtude da troca de lâmpadas existentes por outras mais econômicas e manutenções preventivas realizadas na rede elétrica. Guarujá não justificou a queda.