[[legacy_image_77173]] O Centro de Terapia Renal Substitutiva (CTRS) do Hospital de Cubatão, administrado pela Fundação São Francisco Xavier, completa nesta quinta-feira (8), um ano de atividade. Para comemorar o primeiro ano, acontecem sessões 'julinas', com direito a comidas típicas, música e a muita alegria, nesta quinta-feira (8). Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Antes do Centro, os pacientes tinham que ir a Santos, Guarujá ou Praia Grande para fazer as sessões de diálise, pelo menos, três vezes na semana. Desde a abertura, foram 2.600 diálises e 55 pessoas atendidas. “Nosso compromisso sempre foi levar cada vez mais assistência segura e humanizada à comunidade de Cubatão. A falta de uma Hemodiálise aqui era uma deficiência enorme. Ficamos felizes em celebrar este primeiro ano junto com a população”, comemora a Superintendente da FSFX, Dra. Ana Rosa dos Santos. Derly Muniz Viana, de 57 anos, é um dos pacientes que faz tratamento desde o início das atividades. “Faço diálise há 2 anos e meio. Antes de vir para cá, há um ano, ia de van até o Santo Amaro, no Guarujá. Demorava cerca de duas horas para ir e, duas para voltar. Hoje, me sinto em casa”, explica. Para auxiliar no tratamento, o Hospital conta com uma equipe multidisciplinar, com nefrologistas, enfermeiros, assistente social, farmacêutica, psicóloga e nutricionista. Com 100% de atendimento pelo Sistema Único de Saúde, o CTRS está localizado dentro do Complexo de Alta Complexidade do Hospital de Cubatão. Diálise Quando os rins falham, o corpo retém líquido e substâncias tóxicas que deveriam ser eliminadas em forma de urina. Estas alterações podem levar à dificuldade de concentração, sonolência e ainda provocar perda de sentidos (coma). Até que o paciente consiga um novo órgão por meio de um transplante, é necessário recorrer a um tratamento para substituir o trabalho que os rins já não conseguem cumprir. A diálise é feita com a ajuda de um dialisador. Durante o processo, parte do sangue é retirada e entra em contato com soluções especiais, onde o sangue é filtrado e retorna ao paciente. Em geral, isso precisa ser feito três vezes por semana, com duração de quatro horas. “A diálise não é o fim, ela é o recomeço para esse paciente, para mantê-lo saudável, com uma vida produtiva e reinserido na sociedade”, ressalta Dra. Rosina Dal Maso, médica nefrologista da FSFX.