[[legacy_image_351051]] Está em prisão domiciliar a ex-secretária adjunta de Governo de Cubatão, Fabiana de Abreu Silva, detida na terça-feira (16) durante a Operação Munditia, do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP). Ela deixou a cadeia pública feminina de São Vicente nesta sexta-feira (19) e foi para casa, em Praia Grande. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! A informação de que Fabiana deverá permanecer detida em domicílio é do advogado dela, André Carlos dos Santos. A decisão foi tomada pela juíza Priscila Devechi Ferraz Maia, da 5ª Vara Criminal de Guarulhos (SP). Dali partem as decisões relativas à operação, promovida para desmontar uma organização criminosa ligada ao PCC para fraudar licitações — em Cubatão, teriam ocorrido na Câmara. A defesa de Fabiana pediu a revogação da prisão alegando que ela foi exonerada da Secretaria de Governo e teria colaborado no cumprimento do mandado contra ela. A sugestão da prisão domiciliar partiu do MPSP. Representantes do órgão citaram que Fabiana Silva tem filhos menores, em uma situação prevista no Código de Processo Penal para se aplicar a detenção em casa. O MPSP sugeriu que Fabiana fosse proibida de contatar outros investigados, ir à Câmara e à Prefeitura e exercer função pública. De Cubatão, permanecem presos o vereador Ricardo de Oliveira, o Ricardo Queixão (PSD), e o ex-diretor-secretário da Câmara Municipal, o advogado Áureo Tupinambá. O advogado de Tupinambá, Marcelo Cruz, disse estar esperando que o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do MPSP, marque data para ouvir o ex-diretor-secretário. Depois, pedirá a revogação da prisão. A reportagem de A Tribuna não localizou a defesadeQueixão. Leia também Saiba como foram as prisões do vereador de Cubatão e demais alvos da operação do Gaeco Vereador de Cubatão e demais presos na operação do Gaeco passam por audiência de custódia Se não for preso, pré-candidatura à reeleição de Queixão em Cubatão está mantida, diz partido Prefeito de Cubatão diz que irregularidades investigadas nada têm a ver com o Executivo