Antes da abertura dos portões, às 8h deste domingo (4), já havia filas de eleitores na porta da UME Bernardo José Maria de Lorena e da Escola Estadual Lincoln Feliciano, na Vila Nova, em Cubatão. Na unidade municipal, que é o local de votação com mais seções na Cidade, o segurança Edmar Santiago da Conceição, de 70 anos, foi o primeiro a chegar. Edmar Santiago da Conceição, segurança, 70 anos. Primeiro da fila na UME Bernardo José Maria de Lorena, em Cubatão (Victor Barreto/AT) “Cheguei cedo só para votar logo e poder ir para o trabalho. Não há muito o que fazer”, disse. Para A Tribuna, ele revelou que não sabia que seu voto era facultativo. Já na Escola Estadual Lincoln Feliciano, o pintor Francisco Camargo Cunha, de 73 anos, encabeçava a fila de espera. Ao contrário de Edmar, ele sabia da não obrigatoriedade de seu voto, mas fez questão de ir às urnas. “É um dia bacana. Tenho esperança nos meus candidatos e espero que eles façam o melhor para nós no que diz respeito às escolas, à saúde, e sempre respeitando a democracia”, disse Expectativa de mudança O almoxarife Eduardo Conceição Bispo, de 39 anos, foi um dos primeiros a chegar na UME Bernardo José Maria de Lorena, em Cubatão. Eduardo Conceição Bispo, de 39 anos, foi um dos primeiros a chegar na UME Bernardo José Maria de Lorena (Victor Barreto/AT) “À tarde ou no final do dia tem uma movimentação muito maior. Chegando cedo, pego filas muito menores”, afirmou. Para ele, a importância do voto se dá pela expectativa de mudança nos rumos do Brasil. “Tenho esperança no voto, e espero principalmente que as coisas mudem na economia. O ideal para um país é ter uma economia bem estruturada”, declarou.