O prefeito de Cubatão, César Nascimento (PSD), e a vice-prefeita e secretária de Habitação, Andrea Castro (MDB), passaram a semana em Brasília para participar de agendas institucionais voltadas à captação de recursos e ao fortalecimento de projetos. Uma das iniciativas apresentadas foi a das casas flutuantes, voltada à oferta de moradia digna em áreas vulneráveis, especialmente de palafitas. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! A ideia foi ampliar possibilidades de parcerias e financiamento. A iniciativa faz parte do plano de reurbanização da Vila dos Pescadores, comunidade com cerca de 9 mil moradores às margens do Rio Casqueiro. O projeto das casas flutuantes foi mostrado no FinanCidades 2026, evento que reuniu gestores públicos, equipes técnicas e instituições financeiras para viabilização de projetos urbanos sustentáveis. Outro avanço foi a inclusão de Cubatão no Novo PAC – Imóveis da União, uma vertente do Programa de Aceleração do Crescimento, do Governo Federal. O Município foi selecionado para regularizar 2,5 mil unidades habitacionais, incluindo o Vila São José, um trecho da Vila dos Pescadores e dois trechos da Vila Esperança. É previsto investimento de R\$ 3,5 milhões, com projeto já aprovado. Resilientes A comitiva também participou do 3º Encontro do Programa Cidades Verdes Resilientes, que termina nesta sexta-feira (8). O evento reúne gestores e especialistas de todo o País para discutir soluções para um dos principais desafios climáticos da atualidade: o aumento do calor urbano extremo. O encontro também quer fortalecer políticas públicas voltadas à adaptação climática, com foco em estratégias como ampliação de áreas verdes, arborização urbana e soluções sustentáveis que contribuam para o resfriamento do território das cidades. “Estamos em Brasília buscando recursos e parcerias que nos permitam avançar ainda mais nas políticas habitacionais de Cubatão. Nosso objetivo é claro: reduzir o déficit habitacional e oferecer soluções inovadoras e dignas para a população, especialmente para quem hoje vive em áreas de palafitas”, destacou Nascimento.