Orientação sempre ressaltada pelo Poder Público é a de evitar e remover possíveis criadouros de insetos (Vanessa Rodrigues/AT) Foram confirmadas duas mortes de crianças por dengue na Baixada Santista neste ano. Elas se somam ao óbito de um idoso, registrado em janeiro. Outras quatro mortes são investigadas. Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! O Painel de Arboviroses do Governo do Estado aponta que as crianças mortas eram de Cubatão e São Vicente. A Prefeitura vicentina afirma que se tratava de um menino de 9 anos, que morreu em 3 de março, em São Paulo. Em Cubatão, a Administração registrou uma morte em 20 de março, no Hospital Municipal. Sem informar o gênero da criança, o Estado indica que tinha entre 5 e 9 anos. As duas crianças estão abaixo da idade mínima para vacinação contra dengue, hoje permitida dos 10 aos 14 anos. Outros quatro óbitos por suspeita de dengue são investigados em Santos, Praia Grande, São Vicente e Cubatão. Em Peruíbe, a vítima havia sido foi um idoso de 92 anos, que morreu no fim de janeiro. Ele tinha sido atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Cidade, mas foi transferido para o Hospital Emílio Ribas, em São Paulo, onde morreu. Segundo a administração, ele tinha comorbidades. Estatísticas A Secretaria Estadual de Saúde confirma 2.490 casos da doença na Baixada Santista neste ano. Conforme atualização de ontem, são 665 casos confirmados em Guarujá, 606 em Santos, 486 em São Vicente, 281 em Praia Grande, 254 em Itanhaém, 124 em Peruíbe, 37 em Cubatão, 21 em Mongaguá e 16 em Bertioga. O Ministério da Saúde lista formas de prevenir a doença: uso de telas nas janelas e repelentes, remoção de recipientes que possam se transformar em criadouros de mosquitos, vedação dos reservatórios e caixas de água, desobstrução de calhas, lajes e ralos, e participação na fiscalização das ações de prevenção e controle da dengue executadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Uso de repelentes, em especial onde há infestação, é recomendável (Vanessa Rodrigues/AT)