[[legacy_image_19533]] A Baixada Santista receberá R\$ 34,2 milhões em convênios com o estado para obras em turismo e desenvolvimento regional. O valor integra R\$ 494 milhões em investimentos estaduais também nos setores de Educação, Habitação, Infraestrutura, Justiça, Saneamento, Segurança no Trânsito e Transporte. A autorização para se liberar o dinheiro foi anunciada pelo governador João Doria (PSDB), nesta quarta-feira (18), em duas oportunidades. A primeira, na abertura do 2º Seminário de Gestão Pública, em São Paulo, e a outra, na inauguração do restaurante Bom Prato em Cubatão. Sem considerar os convênios na área educacional, que seriam informados à parte pela Secretaria de Estado da Educação, Santos é o município local que mais terá dinheiro nesta leva de acordos: R\$ 9,2 milhões. O montante servirá para obrascomocontenção, drenagem e melhorias na escadaria do Monte Serrat — cujas condições foram alvo de reportagens de A Tribuna neste ano — e a primeira etapa do restauro do Centro de Cultura Patrícia Galvão. Praia Grande, que o governador também visitou quarta-feira para a entrega do novo prédio do 45° Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I), ficou em segundo lugar na quantidade de dinheiro. São R\$ 5,4 milhões para recapear vias de acesso a pontos turísticos. >> CONFIRA OS INVESTIMENTOS << Condição econômica Durante seu discurso em Praia Grande, Doria declarou que a liberação da verba tem a ver com a condição econômica do estado e a situação positiva das finanças paulistas. Segundo o governador, o estado antecipou às prefeituras R\$ 1,1 bilhão em repasses do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), para o atendimento de necessidades locais. Doria também citou a projeção de que a economia de São Paulo crescerá 2% neste ano, “o dobro” do índice nacional medido pela variação do Produto Interno Bruto (o PIB, que mede produção de bens e serviços). “[São Paulo] É um estado em ordem, porque é uma gestão responsável, cuidadosa e feita por pessoas que conhecem o que fazem. Não priorizamos o populismo, a mentira, a falsidade, para depois pedir socorro ao Governo Federal”, comentou, sem citar exemplos do contrário.