[[legacy_image_306893]] A deputada estadual Solange Freitas (União Brasil) cobrou, durante discurso na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), nesta quarta-feira (25), o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o secretário estadual da Segurança Pública, Guilherme Derrite, além do comando da Polícia Militar (PM) do Estado. Tudo por conta da informação de que Gustavo de Souza Militão Pavlik, condenado a cinco anos de prisão por participação em atentado contra ela, então candidata a prefeita de São Vicente em 2020, teria saído da cadeia e regressado à corporação. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A afirmação foi feita pelo advogado de Diego Nascimento Pinto, réu por suposta participação no crime e cujo julgamento iniciado nesta terça (24) segue em andamento no Fórum de São Vicente. “Um homem que já foi policial militar, que não honrou a farda que ele usava, que foi condenado por tentativa de homicídio, tem condições de voltar a PM? Essa minha fala é direcionada ao comando da PM, ao secretário de segurança pública, ao governador Tarcísio”, afirmou Solange, demonstrando indignação com a informação. “Está solto e voltou à ativa. Como assim? Se na sentença condenatória o juiz determinou a expulsão dele da corporação. Ele voltou à ativa por uma decisão administrativa da PM. Só que foi uma decisão errada. Ele não poderia ter voltado (...) Decisão, no mínimo, errada”. A deputada estadual confirmou que seu advogado, Ricardo Ponzeto, fez um pedido ao TJSP, requerendo a revogação do restabelecimento da atividade do PM condenado. “Peço ao secretário de segurança pública que investigue se foi uma falha, e que essa decisão seja revogada. E que seja investigado também o porquê de o processo administrativo da PM que pode expulsá-lo de uma vez por todas, ainda não terminou, se já dura três anos. Outro ladoEm nota, a Secretaria Estadual da Segurança Pública informa que “o militar em questão responde a processo, do qual recebeu liberdade em 9 de outubro, por meio de Alvará Judicial de Soltura, em razão de progressão de regime, sendo-lhe concedida pela autoridade judiciária o benefício da prisão albergue domiciliar”. Além disso, atualmente, no âmbito administrativo-disciplinar, ele “responde processo regular o qual se encontra concluso e encaminhado ao escalão superior (Corregedoria) para análise do que foi apurado. Consultada a subunidade do policial, verificou-se que ele foi submetido a cirurgia, sendo concedido 10 dias de licença, posteriormente entrará em gozo de 20 dias de férias e, após seu retorno, será empregado no serviço administrativo enquanto sua situação funcional não seja modificada”,