[[legacy_image_134920]] Com a segunda parcela do 13º salário chegando ao bolso dos trabalhadores, o comércio da Baixada Santista se prepara um movimento intenso neste fim de semana. Na reta final para o Natal, a expectativa é de vendas em alta. Brinquedos, roupas, calçados e eletrônicos estão na lista dos preferidos dos consumidores. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O presidente do Sindicato do Comércio Varejista da Baixada Santista, Omar Abdul Assaf, aposta em vendas 5% maiores neste Natal, e a segunda parte do benefício é fundamental. “O brasileiro costuma usar a primeira parcela do 13º para pagar dívidas, e a segunda é a que vai, basicamente, para o consumo. Chega quando as pessoas já estão em cima da hora para comprar presentes e a ceia. O comércio espera muito por isso.” Em São Vicente, lojistas estimam até 100 mil pessoas caminhando pelas principais ruas do Centro até o dia 24. A Rua Martim Afonso, no trecho entre as ruas João Ramalho e Frei Gaspar, ficará fechada até lá, das 8 horas à meia-noite, para bloquear a passagem de veículos. A ideia, segundo o presidente da Associação Comercial do Município, Alcides Antonelli, é abrir caminho para a circulação de consumidores. “Esse dinheiro é que faz o comércio girar, e já estamos vendo isso. Em dias normais, temos 50 mil pessoas nas ruas. A expectativa é que o movimento dobre até a véspera do Natal.” Dona da Azenif, uma loja de roupas femininas no Shopping Parque Balneário, Fernanda Rocha Rodrigues Oliveira acredita em um fôlego extra para o setor neste ano, deixando para trás as dificuldades decorrentes da pandemia da covid-19. “Já estamos vendo uma melhora nos fins de semana, e a tendência é aumentar o movimento daqui em diante. O pessoal está comprando para amigo-secreto em família e na empresa. Acredito que em dezembro a gente sinta essa retomada.” O proprietário da loja Ao Camiseiro, do segmento de vestuário masculino, Ernesto de Oliveira Carneiro Neto, também acredita que a reta final para o Natal será de lojas mais cheias e lembrancinhas de última hora. “Acho que o pessoal vai pagar dívidas e, com o que sobrar, comprará um presentinho com tíquete médio de R\$ 100,00.”