[[legacy_image_248052]] Uma família comoveu as redes sociais após ser flagrada pedindo ajuda por meio de uma placa improvisada nas ruas de Praia Grande. A imagem em que aparece o casal com os quatro filhos chamou atenção de internautas que resolveram apoiar os familiares. “Não imaginaria (receber) tanta ajuda”, destaca o patriarca Felipe Rafael da Silva Prestes, de 30 anos.Compartilhe essa notícia no WhatsApp clicando aqui. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Em entrevista para A Tribuna, ele diz que se mudou com a família da capital paulista para São Vicente em janeiro, após sofrer com uma enchente que atingiu o imóvel onde moravam no distrito Cachoeirinha, na Zona Norte. Desta forma, a família decidiu se mudar e alugar uma casa em São Vicente, pois já tinham morado na cidade. Poucos dias após a mudança, Felipe decidiu pedir apoio popular. “Resolvi fazer a plaquinha e ir às ruas pedir ajuda para comprar meus móveis”, diz o homem, que estampou “Alguém ajuda por favor” em um pedaço de papelão. Apesar de estar vivendo em São Vicente, a família resolveu pedir ajuda nos semáforos de Praia Grande, pois ouviu que na cidade o movimento era maior. No segundo dia nas ruas, Felipe se deparou com um pedido inusitado. “Graças a Deus apareceu um rapaz e perguntou se podia postar no Facebook”, relembra sobre a publicação que teve mais de 50 mil curtidas e 20 mil comentários e compartilhamentos, que renderam mais retorno do que o esperado por Felipe. “O pessoal começou a chamar e perguntar qual seria a ajuda, eu falei e começaram a ajudar. Juntei o dinheiro que me mandaram e comprei quase tudo que precisava”, afirma. Segundo o homem, falta pouca coisa para completar o imóvel. No entanto, Felipe lembra que um dos desejos principais ainda não se concretizou: um emprego para manter a casa e os filhos (de 3, 5, 6 e 14 anos) com estabilidade. “Prometeram, mas só prometeram... Qualquer tipo de trabalho eu aceito”, enfatiza. Ele conta que está vendendo marmitex em um ‘bico’, mas precisa de algum serviço fixo. “Está muito devagar, pois não dá muito lucro e a comida sobra muito”, finaliza, ressaltando que segue nas ruas em busca de um emprego. O telefone de contato dele é (11) 94500-6739.Compartilhe essa notícia no WhatsApp clicando aqui.