[[legacy_image_262618]] Os casos de dengue aumentaram 260,1% na Baixada Santista entre janeiro e abril deste ano, em relação aos primeiros quatro meses de 2022. Santos e Cubatão foram as únicas cidades onde houve queda. A chikungunya, porém, caiu 65,6% na mesma comparação. E só houve um caso de zika neste ano, em São Vicente. Em comum, o fato de se tratar de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A região somou 623 registros de dengue neste primeiro quadrimestre, ante 173 em igual período de 2022. Apenas em Bertioga, a incidência cresceu quase 13 vezes (1.191,7%), de 24 para 310. Em Guarujá, com 563,6% de alta, o número de casos subiu de 11, de janeiro a abril de 2022, para 73 agora. Em Itanhaém, o crescimento foi de 186,8%, de 38 para 109 casos. Em São Vicente, alta de 145%, de 20 para 49 ocorrências. Mongaguá observou elevação de 80% no total de pessoas com dengue, de cinco para nove. A subida do número de doentes em Peruíbe foi de 11 para 19 (72,7%). Em Praia Grande, de 33,3%, de nove para 12 casos. Nas duas cidades da Baixada onde houve redução de casos, Santos registrou baixa de 29,7%, de 37 registros para 26, e Cubatão, de 11,1%, passando de 18 para 16 infectados. ChikungunyaO total de casos de chikungunya diminuiu, na Baixada, na comparação de janeiro a abril de 2022 com o mesmo intervalo neste ano: queda de 131 ocorrências para 45. O resultado positivo foi puxado por Santos, onde o número de ocorrências baixou de 76 para dez. Em São Vicente, caiu de 42 para 16. Em Bertioga, de três para um e, em Cubatão, de dois para nenhum. As cidades locais onde houve crescimento foram Guarujá (de quatro para nove), Mongaguá (de nenhum para um), Peruíbe (de um para quatro) e Praia Grande (de dois para três). Em Itanhaém, o número foi igual nos dois períodos (um caso). CombatePara combater o mosquito transmissor dessas doenças, o Ministério de Saúde recomenda a eliminação de criadouros. Devem-se manter reservatórios e qualquer local que possa acumular água totalmente cobertos com telas, capas ou tampas. O uso de repelentes também é indicado pela pasta, tanto para residentes em áreas de transmissão de dengue, chikungunya e zika e para viajantes.