[[legacy_image_188619]] “A cultura foi o primeiro setor a fechar as portas na pandemia e está sendo o último a reabrir. Há muitos bons artistas na periferia fortemente atingidos que ainda não conseguiram se reerguer.” Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A fala é do cofundador e diretor-executivo do Instituto Procomum, Rodrigo Savazoni, que está empenhado em fazer crescer o Fundo de Ativação Procomum, destinado a subsidiar projetos de artistas e empreendedores da periferia da região que já passaram pelas oficinas de capacitação do instituto. O Instituto Procomum existe há cinco anos e está instalado no Paquetá, uma das regiões de maior vulnerabilidade de Santos. Tem por objetivo aliar educação e inovação em seus principais projetos, priorizando iniciativas que estimulam alternativas econômicas. Mais de 2 mil pessoas já passaram pelas oficinas e pelas iniciativas do Procomum. “Na pandemia, fizemos várias ações emergenciais para atender as comunidades, junto com outros agentes e entidades. Conseguimos atender milhares de pessoas, mas as campanhas acabaram, assim como os editais também, e essas pessoas ainda não estão recuperadas”, diz. RecursosPara manter esses artistas, o Procomum foi atrás das verbas de editais e dos recursos emergenciais oferecidos pelos governos. “Esse setor, agora, não conta com mais nada, e as atividades estão parando. É muita gente com potencial sem ter como sustentar seus projetos porque a economia ainda não voltou ao normal.” O Fundo de Ativação Procomum foi criado em junho com um aporte financeiro que o próprio instituto fez de suas reservas. Trinta projetos puderam se beneficiar (veja lista), mas os recursos terminaram e o instituto decidiu lançar o fundo em caráter permanente, podendo receber doações de pessoas físicas e jurídicas. Entre os projetos contemplados pelo fundo estão atividades ligadas a literatura, música, circo, dança e teatro, por exemplo. Para doar, basta clicar aqui.