[[legacy_image_84973]] Um dia depois de ter declarado apoio à greve nacional da categoria, caminhoneiros autônomos do Porto de Santos fizeram nova assembleia nesta quarta-feira (28) e resolveram, por aclamação, suspender o protesto. No País, atos começaram à zero hora de segunda (26). Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Os trabalhadores decidiram dar dez dias ao Governo Federal para que responda a pedidos de reuniões no Ministério da Casa Civil e com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, para discutir as reivindicações dos manifestantes. O presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e do Vale do Ribeira (Sindicam), Luciano Santos, disse ter sido contatado por representantes da Casa Civil, que lhe pediram para os caminhoneiros voltarem ao trabalho. Ainda segundo o presidente, se em dez dias não houver resposta ao pedido de reunião, os trabalhadores farão nova assembleia para decidir que providências tomar. O Sindicam tem cerca de 2,5 mil associados, mas representa de 4 mil a 5 mil autônomos na região. Entre os pedidos da categoria, em nível nacional, estão a redução no preço do óleo diesel, a isenção de PIS/Cofins para o combustível, a queda no custo dos insumos para transporte de cargas e fiscalização do valor do piso mínimo do frete.