[[legacy_image_156629]] O início de março na Baixada Santista vem sendo marcado por temperaturas elevadas, mas o panorama não deve durar. O calorão deve conceder uma trégua a partir do meio do mês, quando frentes frias avançarem pelas costas Sul e Sudeste. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Segundo a Ampere Consultoria, nos primeiros dias, a temperatura mínima registrada é de aproximadamente 25 graus, com máxima de 35. Porém, na metade do mês, pode ficar entre 20 e 25 graus. A meteorologista Heloísa Pereira aponta que o calor registrado até agora teve influência de uma região de alta pressão atmosférica localizada na porção central do País. “Esse padrão inibe a formação de chuvas mais abrangentes e, com a menor quantidade delas, a temperatura acaba disparando.” Ela diz que, nestes primeiros dias do mês, sobretudo no fim da tarde, será comum chover, mas de forma pontual. “No dia seguinte, o sol volta a predominar e contribui para a forte elevação das temperaturas.” Com o avanço do mês, o clima deve ficar mais ameno. Heloísa destaca que os dias 13 e 14 têm potencial para pancadas de chuva “ligeiramente” expressivas. Por isso, a temperatura nos dias posteriores deve cair, pelo menos, cinco graus. HidrataçãoEmbora o calor possa estar com os dias contados, a hidratação deve permanecer como um dos pontos principais na rotina dos moradores da região. Segundo o médico urologista Fabio Atz Guino, o corpo humano perde mais líquido quando as temperaturas estão elevadas e, com isso, problemas de saúde podem surgir. “No calor, existe a frequência mais elevada de quadros infecciosos, principalmente os intestinais, que geram diarreia e vômito. Temos uma população envelhecida em Santos, por exemplo, e esse grupo é mais sensível a desidratação”, alerta. O urologista ainda destaca que os líquidos — quando expelidos por outros meios além da via urinária, como a transpiração — promovem a concentração da urina, que causa a incidência de cálculos renais.