[[legacy_image_242681]] Há uma semana desaparecida, Thamilli Carmo Santos, de 32 anos, preocupa a família, que não tem notícias de seu paradeiro. A mulher estava em casa quando sumiu na tarde da última terça-feira (24), na cidade de Bertioga. Segundo os parentes, tudo começou quando a mesma disse ter tomado remédio para dormir e ter ficado 'alucinada'. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A irmã da desaparecida, a professora Neilane Carmo Santos, de 38 anos, diz que Thamilli enfrenta uma luta contra as drogas e tinha surtos constantes. "Tinha momentos em que ela ficava bem e só às vezes tinha recaídas. Nesse dia, ela disse que não estava conseguindo dormir e que tomou duas cartelas do remédio”. “Ela seguiu afirmando isso, mas nós acreditamos que ela usou alguma outra coisa, pois não estava normal. Ela acordou cedo, ficou angustiada, aflita, com agonia, e ficou sentada com uma faca e uma tesoura na mão. Ficou o dia inteiro segurando os dois objetos. Totalmente alucinada, daquele jeito neurótico”, explica. A professora conta que, durante esse período em que a irmã estava estranha, ela saiu de casa e não voltou mais. Durante as buscas por Thamilli, um vizinho e amigo da mulher foi informado que ela teria ido para o Morro do Macaco, em Guarujá, acompanhada de um rapaz, também usuário de drogas. “Até hoje estamos sem notícias. Cada um diz ter visto ela em um lugar, mas não sabemos o que é verdade ou não, porque não fomos nós que vimos. Até sexta-feira ou sábado estávamos mais tranquilos, porque ela já havia feito isso antes, e achamos que seria do mesmo jeito, mas ela sempre contava à minha mãe onde estava, mas agora ela realmente sumiu”, diz. Thamilli é mãe de quatro filhos e vivia extremos entre as crises e sobriedade. Nos últimos tempos estava afastada das drogas. “Ela é uma pessoa mentalmente perturbada. Dizia que Deus a usava para fazer essas coisas. Quando ela não bebia e usava drogas, era aquela evangélica 'doente'. Só que, sóbria, não suportava a pressão”. Por conta desse desaparecimento e do comportamento da irmã em relação às drogas, Neilane afirma que a família agora decidiu que, assim que a encontrar, irá interná-la em uma clínica de reabilitação. “Ele é uma pessoa que andava sempre nervosa. Sempre em abstinência. Já tentamos internar ela, mas ela dizia não ser viciada e que, quando ela quisesse, parava. Eu acho que ela teria que reconhecer que não está bem e que precisa de ajuda”, conta. Da última vez que foi vista, Thamilli estava com um top cinza. A irmã detalha que ela tem o cabelo liso e raiz com uma tinta de tom preto avermelhado. Caso seja reconhecida em algum local da região, é possível entrar em contato com a família pelo número (13) 99766-3969. O caso foi registrado pelo pai de Thamilli como desaparecimento na Delegacia de Polícia de Bertioga e a família aguarda por notícias.