[[legacy_image_171615]] As notificações de casos de dengue e chikungunya tiveram queda expressiva na Baixada Santista nos quatro primeiros meses de 2022, na comparação com o mesmo período do ano anterior, quando a região vivia um surto das duas doenças. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Apesar da redução, as prefeituras prosseguem com ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor dessas moléstias, e pedem que a população não deixe água parada em imóveis e recipientes, pois podem se tornar criadoutos do inseto. Ao menos 190 casos de dengue e 82 de chikungunya já foram notificados pelas prefeituras da Baixada Santista entre janeiro e este mês. Nesse período de 2021, os números superaram 9 mil e 6.4 mil confirmações, respectivamente. No entanto, em nível nacional, aumentaram 85% os casos de dengue até o dia 15 deste mês, em relação ao mesmo período do ano passado, segundo o Ministério da Saúde. O avanço é notado, principalmente, no Sul do País, onde a presença do vírus costumava ser menor devido às temperaturas mais baixas. Na Baixada, São Vicente é o município com mais casos notificados: 76 de dengue e 49 de chikungunya, mas somente em janeiro e fevereiro — os dados de março e abril não foram divulgados. A Prefeitura afirma visitar domicílios em pontos estratégicos e realizando atividades para combater o Aedes aegypti. A Secretaria de Saúde pede que os munícipes evitem a proliferação do mosquito cuidando de seus imóveis e não jogando lixo nas ruas. Em Santos, são 30 casos de dengue e 20 de chikungunya, notificados de janeiro a março. A principal diferença se dá ao comparar os meses de março: foram cinco casos de dengue e um de chikungunya em neste ano, contra 1.545 e 2.658 no ano passado, pela ordem. Praia Grande tem dois casos de dengue e um de chikungunya notificados neste ano. Mais de 50 agentes de endemias percorrem a Cidade para conter focos do mosquito e conscientizar a população. Mais cidadesGuarujá tem 15 casos de dengue e seis de chikungunya entre janeiro e março deste ano. A Prefeitura afirma que tem intensificado os serviços de prevenção e combate ao Aedes aegypti desde novembro do ano passado, feito mapeamento de risco em áreas com alto índice de larvas e nebulização nos bairros. Em Bertioga, são 15 casos de dengue e três de chikungunya confirmados neste ano. O Município mantém um canal de comunicação com a população para combate às doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, no telefone 3317-6273. As queixas são encaminhadas aos agentes de combate a endemias, que vão aos locais apontados. Os registros de dengue em Cubatão são 19, até a última sexta-feira. O município também já teve dois casos de chikungunya neste ano, um em janeiro e outro em março. A fiscalização municipal tem sido intensificada em pontos como borracharias, oficinas e ferros-velhos, para conscientizar proprietários a evitar água parada. Itanhaém conta 21 casos de dengue neste ano. Peruíbe, 12 notificações. Ambos não identificaram chikungunya. Mongaguá afirma não ter registrado nenhum caso das duas doenças neste ano.