[[legacy_image_314223]] Uma pesquisa desenvolvida pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Crecisp) apontou uma evolução nas vendas e aluguéis de imóveis nos municípios da Baixada Santista no mês de outubro deste ano. Foram consultadas 42 imobiliárias das cidades de Santos, Guarujá, São Vicente, Praia Grande, Cubatão, Bertioga, Itanhaém, Mongaguá e Peruíbe. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Conforme os dados, no mês de outubro, o destaque ficou por conta dos contratos de locação, que tiveram alta de 65,52%, enquanto as vendas de imóveis cresceram 21,97% na Baixada Santista. Segundo o relatório, a venda de casas teve um avanço de 44,4%, enquanto a de apartamentos foi ainda maior, 55,6%. No caso das locações, a procura por casas superou a de apartamentos, com 52,2% e 47,8%, respectivamente. Ainda de acordo com o Crecisp, no acumulado de 2023, os números do setor imobiliário na região são muito positivos. De janeiro a outubro, as vendas chegaram a uma alta de 210,6%. No mesmo período, as locações representaram uma evolução de 509%. Para José Augusto Viana Neto, presidente do Crecisp, a valorização da Baixada Santista se dá pela capacidade de infraestrutura oferecida e proximidade com a Capital. “É uma região que tem atraído muitos moradores, investidores e turistas. Com isso, é natural que tenhamos um desempenho animador no mercado de venda e locação de imóveis”, justifica. Maior procuraAs casas mais procuradas foram aquelas com valor até R\$ 250 mil. São casas de dois dormitórios, com área útil variando de 50 a 100 m². No caso dos apartamentos, o valor investido foi bem maior: R\$ 400 mil. A principal procura foi por imóveis com dois dormitórios e área útil de 51 a 100 m². Entre os imóveis vendidos, 39,9% deles estavam localizados na periferia das cidades, enquanto 35,3% em áreas centrais e 24,9% nas áreas nobres. Destes, a maioria foi concretizada com auxílio financeiro da Caixa Econômica Federal, 38,6%. Pagamentos à vista corresponderam a 21,8%, seguido por financiamentos por bancos privados, com 19,8%, parcelamentos direto com o proprietário, 17,8%, e 2% optaram por fazer o negócio via consórcio. LocaçãoA média de aluguel pago às imobiliárias consultadas na pesquisa ficou em R\$ 1.500,00 para casas e R\$ 2.500,00 para apartamentos. Nos dois casos, a preferência foi por imóveis com dois dormitórios e até 100m² de área útil. A principal garantia locatária foi o depósito caução. Quanto à localização, a maioria optou por alugar imóveis em áreas periféricas, 52,2%, seguido por áreas nobres, 26,9% e regiões centrais, 20,9%. A pesquisa também revelou o motivo de eventuais encerramentos de contrato. No topo da lista, 41,5% teve como motivo a mudança para imóveis com aluguéis mais baratos. Também há casos em que os inquilinos optaram por se mudar para um imóvel com aluguel mais caro, e, também, aqueles que não informaram os motivos. Esses dois casos são representados por 29,3% cada.