[[legacy_image_30901]] Há 17 anos, ClevertonVieira de Araújo é coletor daTerracom, empresa de coleta de lixo urbano que atua na Baixada Santista responsável pelo recolhimento de resíduos das ruas até o despejo desses materiais no aterro sanitário da região, localizado na área continental de Santos. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! A equipe da A Tribuna acompanhou o dia a dia de Everton e todo o trajeto do lixo despejado pela população santista até seu destino final. Confira navideorreportagemacima. A rotinade trabalho dos coletores começa quando a cidade ainda dorme. Eles chegam por volta das 6h na garagem daTerracome saem às 6h30 sempre em grupos de três pessoas. Diariamente, 25 caminhões de coleta estão disponíveis para o serviço urbano. [[legacy_image_63620]] SegundoCleverton, antes de iniciar o recolhimento de materiais nas ruas, é necessário prestar atenção não só nos resíduos, mas também se preocupar com o preparo físico, já que o trajeto diário de coleta é de cerca 20 quilômetros. "Faço um alongamento para não ter contusões e depois a gente vai aquecendo no setor (área do munícipio na qual trabalha)". É uma função que ele sente orgulho. Quando perguntado durante a entrevista se considera seu trabalho essencial, lembra que graças ao se cerca de 100 coletores, Santos permanece limpa, com menos enchentes e disseminação de doenças. Também relembrou que apesar do medo da Covid-19, quando a maior parte da população estava em casa, não parou de trabalhar. Contudo, mesmo assim, ainda encontra descarte incorreto de resíduos, como vidros e seringas. "A conscientização de cada pessoa seria importante". [[legacy_image_63621]] Além doCleverton, cerca de 200 profissionais entre engenheiros, técnicos, motoristas e mecânicos, por exemplo, trabalham no trajeto do lixo - das ruas ao aterro sanitário. Diariamente, 2.000 toneladas de resíduos sãodespejadosem um terreno 252.408 metros quadrados, na área continental de Santos, onde são tratados com o objetivo de diminuir o impacto ambiental do acúmulo de materiais dos moradores da Baixada Santista. No destino final, Rafael Máximo gerente geral do aterro sanitário explica que quando o lixo chega ao local, passam por diferentes etapas - são despejados, compactados, o chorume é drenado e, por último, encaminhado para tratamento.