[[legacy_image_345338]] A Tribuna comemora, nesta terça-feira (26), 130 anos como um símbolo da Baixada Santista. Uma jornada que teve início em 1894 e atravessou 13 décadas noticiando os fatos da região, do Brasil e do exterior. Uma rica história e um passado a ser sempre celebrado, mas que nem de longe significa estagnação. Longe disso. Há uma palavra com igual sonoridade, porém de significado absolutamente inverso e que simboliza de maneira perfeita um aniversário tão especial: reinvenção. E é exatamente esse o processo que A Tribuna e o Grupo Tribuna vivem diariamente. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! “O futuro é hoje. Ele já está acontecendo. Estamos muito bem posicionados no ambiente digital, com o portal de notícias mais acessado da região. Estamos, dia após dia, lançando novos produtos, novas plataformas, e a nossa consolidação digital já é uma realidade. Conseguimos fazer essa transição de forma muito organizada, planejada e cravamos a marca de A Tribuna no ambiente digital”, destaca o diretor-presidente da TV Tribuna, Roberto Clemente Santini. [[legacy_image_345339]] Não ficar parado no tempo. Para o diretor-presidente de A Tribuna, Marcos Clemente Santini, esse é o principal desafio do jornal ao completar 130 anos, sempre valorizando o passado, mas sem deixar de se preparar para as transformações tecnológicas que marcam estas primeiras décadas do século 21. “É continuar a nossa filosofia. Não é porque tem 130 anos que o jornal vai ficar sempre igual. Todos os dias pensamos em coisas novas. Se uma plataforma nova surgir, a gente vai estar divulgando o Grupo Tribuna. A gente aproveita os avanços tecnológicos e se moderniza. Esse é o nosso grande desafio: não ficar parado no tempo.” A diretora vice-presidente do Grupo Tribuna Renata Santini Cypriano destaca que a missão primordial de A Tribuna é levar informação à sociedade, cada vez mais multiplataforma. “A gente vende notícia e não papel. E vamos continuar vendendo notícia. Como vai ser? O tempo vai dizer, mas vamos continuar vendendo notícia com a mesma força.” Para a também diretora vice-presidente do Grupo Tribuna Flavia Clemente Santini, “trabalhar em uma empresa de comunicação é uma coisa viva. Cada dia é uma novidade”. E em meio a essa constante busca pela inovação sem perder as raízes da informação, A Tribuna mantém intacta “sua credibilidade”. [[legacy_image_345340]] “A mídia passa por muitas transformações, e o jornal está se adaptando. Ele se renova a cada edição. Não tem como fugir da realidade, da tecnologia. As primeiras transformações foram difíceis, mas o caminho está pavimentado para irmos ainda mais longe”, diz o diretor-executivo do Grupo Tribuna, Airton Vasconcelos. O diretor Comercial do Grupo Tribuna, Demetrio Amono, destaca a importância da mídia impressa para o desenvolvimento da publicidade moderna. “A Tribuna sempre foi a principal forma de comunicação e o melhor meio de atingir o grande público, além de contribuir para o desenvolvimento de profissionais de criação e redatores publicitários.” Tendências A constante reinvenção de A Tribuna é destacada pelo diretor de Conteúdo do Grupo Tribuna, Alexandre Lopes. “Somos um dos veículos mais antenados nas tendências do mercado. Ano passado, por exemplo, estivemos em um evento internacional, na Colômbia, com os principais publishers da América Latina. Já trouxemos novos formatos que passaram a ser aplicados em diversas frentes e já estamos colhendo resultados.” Ele adianta que, neste ano, também estão sendo feitas essas trocas de conhecimento, em duas oportunidades, por intermédio de encontros com a nata do jornalismo no continente. “Seja no papel, no digital ou em qualquer plataforma que surja, A Tribuna estará lá”. Novidades não faltam para A Tribuna, de olho em todas as tendências. “Temos várias ações que ocorrem de forma simultânea. Em A Tribuna, por exemplo, lançamos recentemente uma editoria ESG (sigla em inglês para ambiental, social e governança), com matérias mostrando as novas tendências a cada 15 dias”, conta. Os “filhos” mais novos do Grupo (a TV Tribuna, a Tri FM, e os sites g1, ge e ATribuna.com.br) também são contemplados, lembra o diretor de Conteúdo. “Neste ano, voltamos a transmitir futebol após um grande hiato (com Portuguesa Santista x Caxias, pela Copa do Brasil). Nossa presença no Carnaval de Santos, com a cobertura multiplataforma, consolidou o sucesso de uma aposta que tivemos no passado. Estamos, em 2024, trabalhando com novas ferramentas de leituras de dados para entender o comportamento e a jornada das pessoas que consomem os nossos produtos e, com isso, faremos um jornalismo cada vez mais assertivo a quem nos prestigia.” Regional e conectado Alexandre Lopes lembra que não há mais um jornalismo que não seja multiplataforma — ou multitela, como alguns chamam. E o jornal impresso, obrigatoriamente, embarca nessa viagem. “Tem muita coisa acontecendo no mercado, e o que era cool ontem já não é mais hoje. As novidades chegam como ondas e precisamos estar sempre preparados para surfá-las. No caso do impresso, temos feito vários estudos para tornar o papel ainda mais atrativo para o leitor. Em breve, teremos novidades com relação a esse assunto que mostrarão ao público o quanto ainda apostamos nessa plataforma.” O jornalismo regional e a valorização do que a Baixada Santista possui sempre foram pontos fortes de A Tribuna. A intenção é explorar isso ainda mais, com a qualidade de sempre, aliando-se aos tempos em que a velocidade da informação e o consumo dela na internet aumentam de um jeito impressionante. “Acredito muito no conceito de jornalismo hiperlocal. Cada vez mais as pessoas têm menos tempo para se dedicar à leitura. Perdemos, durante o dia, horas na tela de um celular entre WhatsApp e Instagram. As coisas acabam acontecendo por osmose e, quando vamos ver, já se foram quatro ou cinco horas, em apenas um dia, muitas vezes jogadas no lixo com conteúdos irrelevantes. Temos o papel social de ocupar esse espaço e, de forma imparcial, levar nosso trabalho para essas telas.” [[legacy_image_345341]] Exatamente neste ponto entra a questão do regionalismo, lembra o diretor de Conteúdo do Grupo Tribuna. “Qualquer ferramenta tem seu lado bom e o ruim. Recentemente, criamos os nossos canais de WhatsApp, que estão com aceitação muito grande. Marcamos território e levamos a marca de A Tribuna para outra aplicação”, explica. Todo esse trabalho, naturalmente, tem como principal foco atender aos leitores, responsáveis pelo sucesso de A Tribuna há 130 anos, ressalta Lopes. “A Tribuna só existe por causa dos leitores. Enquanto esses leitores nos prestigiarem, fazendo sugestões, comentando e compartilhando o nosso trabalho, A Tribuna vai existir. Somos muito gratos a todos assinantes que, diariamente, dedicam uma parte do seu tempo a ler um trabalho de horas da nossa equipe. Vamos sempre ter as portas abertas para que esse público nos ajude, dia após dia, a construir uma A Tribuna ainda melhor.”