[[legacy_image_189648]] A Câmara dos Deputados deve votar nesta quarta-feira (6) a Lei Geral do Esporte, projeto que prevê aumento da pena para casos de racismo no ambiente esportivo, a paridade entre premiações para homens e mulheres, além de punir cartolas corruptos e dar amparo para que atletas expressem suas opiniões pessoais. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Na prática, a Lei Geral do Esporte substitui e consolida a Lei Pelé e uma série de outras leis da área em um único texto. No texto que será votado foi alterado o trecho que vedava patrocínios de empresas de aposta esportiva sem sede no Brasil --na prática, de todas que atuam no país atualmente. Agora, o projeto obriga que as empresas tenham representantes no país para fazer propaganda. Reivindicações de alguns setores do esporte, como a igualdade de votos nas eleições das entidades esportivas para todos os seus membros (por exemplo, clubes e federações), não foram contempladas no texto. Outro ponto que vem gerando ruído é a previsão de que atletas demitidos recebam apenas 50% do restante dos valores do seu contrato --atualmente, os clubes devem arcar com 100%. Como a proposta veio do Senado e teve alterações, voltará para nova apreciação dos senadores. A base do documento é o projeto de lei relatado pela senadora e ex-atleta de vôlei Leila Barros (PDT-DF). Na Câmara, o relatório é do deputado Felipe Carreras (PSB-PE). * Com informações do uol