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Quinta-feira

6 de Agosto de 2020

'Resgate' promete ser o blockbuster do streaming em 2020

Com roteiro dos diretores de "Vingadores: Ultimato", superprodução tem como protagonista Chris Hemsworth, o Thor das telonas

Adaptação da graphic novel Ciudad (2014), Resgate, o novo grande sucesso dos originais da Netflix, reuniu um time acostumado a faturar em bilheterias de cinema. O roteiro foi escrito a seis mãos. Além de Ande Parks, autor de Ciudad, os irmãos Joe e Anthony Russo, diretores de Vingadores - Guerra Infinita e Ultimato, também colaboraram. Chris Hemsworth, o Thor nos cinemas, é o protagonista do longa.

Quem já assistiu ao trailer ou leu comentários sobre a tal cena de perseguição sem fim, pode até pensar que se trata de mais um filme de ação sem pé nem cabeça, tal como Esquadrão 6, com Ryan Reynolds. Mas aqui é diferente. Tudo está bem ajustado na medida. Lutas bem coreografadas, cenas de ação de tirar o fôlego, bela fotografia, momentos de reflexão. De tudo um pouco.

Tyler Rake (Chris Hemsworth) é um destemido mercenário do mercado negro. Sem nada a perder, ele aceita a missão de resgatar o filho sequestrado de um chefão do crime que está na cadeia.

Para alcançar o objetivo ele precisa entrar em áreas bem barra pesada de Mumbai, na Índia. Um local onde arremessar uma criança do telhado é algo comum.

Tirar o filho do barão das drogas do cativeiro é até fácil. O desafio maior é sair vivo de lá com o menino. Para piorar ainda mais as coisas, Rake descobre que o pagamento do resgate foi suspenso.

O final controverso deixa margem para o público pensar várias coisas. Acredito que entendi a mensagem, mas vi muita gente questionando como aquilo seria possível. No entanto, aqui não tem espaço para spoilers.

Polêmica

Nos últimos dias, o escritor brasileiro Paulo Coelho denunciou em suas redes sociais um plágio em Resgate. Segundo o autor, os realizadores da obra usaram uma frase marcante do livro Diário de um Mago (1987) sem o devido crédito.

Segundo ele, a frase “Você não se afoga caindo em um rio, mas ficando submerso nele” foi usada sem permissão. A mensagem em inglês e com tom irônico ainda veio acompanhada de uma recomendação de Coelho: “roteiristas procurem no Google diversos cartões digitais, feitos por fãs, com a frase em questão”. Polêmicas em si, assista ao filme!

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