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Domingo

15 de Dezembro de 2019

Balé Jovem de São Vicente concorre ao Grand Prix, em Nova York

Três bailarinos disputarão as finais entre os dias 12 e 19 de abril

Três bailarinos do Balé Jovem de São Vicente estão de malas prontas para Nova York, nos Estados Unidos, onde disputarão as finais do Youth America Grand Prix (YAGP), que ocorrem entre os dias 12 e 19 de abril. São eles Andrey Jesus, de 14 anos, destaque nacional; Alice Balboni, 15 anos; e Beatriz Correa, de 16, premiada em todos os festivais nacionais de 2018. Enquanto Andrey participará do evento na categoria júnior, Alice e Beatriz estarão na categoria sênior.

De acordo com Geyssa Alencar, professora da escola, os ensaios para os torneios nacionais tiveram início em 2018. “No começo deste ano, tiveram de ser intensificados por conta das apresentações em Nova York”.

Apesar de existir uma seletiva nacional, que ocorreu em Uberlândia (MG), o Balé Jovem garantiu a vaga por meio de outros festivais do País: o Festival Internacional do Passo de Arte e o Festival Desterro.

A primeira participação do balé no YAGP foi em 2008, quando os bailarinos foram aprovados na seletiva nacional. Desde então, o festival passou a ser encarado como uma grande oportunidade para os jovens talentos.“Percebendo a grande mudança que isso proporciona na vida deles seguimos em frente, sempre trabalhando novos talentos para o sucesso profissional”, destaca Geyssa.

Desde a sua fundação, em 2003, o Balé Jovem de São Vicente já acumulou mais de 800 troféus nos mais importantes festivais de dança do País, entre eles o Festival de Dança de Joinville.

Já no cenário internacional, trouxe para o Brasil prêmios de solistas (prata e bronze) no YAGP e de conjunto TOP 12, ambos em Nova Iorque. No Festival Tanzolymp, que ocorre em Berlim, garantiu o lugar mais alto do pódio, em solo e conjunto.

“Apesar disso, entendemos que as premiações mais importantes são as bolsas de estudos, pois são elas que mudam as vidas dos bailarinos!Desde 2008, quando começamos a participar de concursos internacionais, foram mais de 12 bolsas integrais para escolas da Europa e EUA. Hoje podemos encontrar profissionais de dança ainda jovens”.

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