Robôs podem substituir o homem? Empresário santista analisa tendência tecnológica como 'natural'

Segundo pesquisa do Fórum Econômico Mundial (WEF), mais de 80 milhões de empregos serão substituídos nos próximos cinco anos

Os robôs 'destruirão' 85 milhões de empregos em empresas de médio a grande porte nos próximos cinco anos, uma vez que a pandemia da Covid-19 acelerou mudanças nos locais de trabalho. Estudo do Fórum Econômico Mundial (WEF) aponta que isso deve acentuar as diferenças.

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Pesquisas com cerca de 300 empresas globais revelaram que quatro em cada cinco executivos estão acelerando os planos para digitalizar o trabalho e implantar novas tecnologias. “A Covid-19 acelerou a chegada do trabalho do futuro”, disse a diretora administrativa do WEF, Saadia Zahidi.

Para o empresário santista João Carlos Feijó, da escola de tecnologia BeeTools, a tendência é natural. "Isso é histórico. Com o surgimento de mais tecnologias de automatização, e mesmo antes da pandemia, o processo vem acelerando e será cada vez mais necessário conhecimento multidisciplinar, mesmo numa área de conhecimento específico", afirma. 

Feijó destaca que o uso de AI (Inteligência Artificial), Big Data (bancos de dados gigantes), IoT (Internet das coisas), streaming e entre outras ferramentas digitais nos dão sensação de escassez. "Vejo isso como oportunidade. Para os mais adaptados, a perspectiva é de valorização profissional e pessoal.", reforça.

Novas habilidades

Para os trabalhadores que deverão permanecer em suas funções nos próximos cinco anos, quase metade precisará aprender novas habilidades e, em 2025, os empregadores devem dividir o trabalho entre humanos e máquinas, concluiu o estudo da WEF. A boa notícia é que mais de 97 milhões de empregos surgirão em novos setores de tecnologia. "Esse futuro já é uma realidade para nós, pois vivemos isso pra prática", destaca o empresário santista.

Feijó diz que as possibilidades aumentam para todos. "Em nosso caso, ampliamos as possibilidades de atendimento no aprendizado do inglês, que dentro deste contexto, será uma das habilidades mais exigidas num mundo cada vez mais globalizado". Em sua rotina já estão presentes todas as novas tecnologias, inclusive a Realidade Virtual e gamifificação. Com isso, garante, é possível o aprendizado de inglês em até 2 anos inclusive rompendo as barreiras físicas.

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