Vitão fala de suas motivações e diz que, em seu novo álbum, continuará defendendo o amor

Cantor e compositor conta como a pandemia influenciou seu processo criativo e destaca a relação com os fãs

Victor Ferreira, o Vitão, conquistou uma legião de fãs com seu som que passeia pelo hip hop, R&B, samba, pagode, bossa nova e pop. O cantor e compositor, de 21 anos, começou sua carreira se apresentando em bares e na rua, mas tudo mudou de figura em 2016, quando postou seus primeiros vídeos na web.

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Hoje, contabiliza 570 milhões de views no seu canal do YouTube, cerca de 5 milhões de ouvintes por mês no Spotify e o total de 5,4 milhões de seguidores nas suas redes sociais. A seguir, entre outros assuntos, o paulista fala do processo de produção do álbum que vai suceder o disco Ouro e o EP Vitão, da descoberta da paixão pela música e afirma: “O objetivo final do meu trabalho sempre é levar a palavra do amor para as pessoas”.

Pandemia x carreira

“Nos últimos meses, tenho composto e produzido músicas muito nos estúdios de amigos próximos e, agora principalmente, em casa também. Isso possibilita caminhos infinitos. Além de falar sobre amor como sempre, procuro abordar os sentimentos que correm dentro da gente nesse momento tão conturbado que vivemos”.

Próximo álbum

“Gosto de trabalhar singles pontuais, como os recentes Onde Você Mora (com Ferrugem, Gaab e Keviin), Pensa, Samu (parceria com o Léo Santana) e California, mas estou focado 100% na preparação do próximo álbum. Passo muitas horas, às vezes vários dias por semana, preparando o novo disco. É supergratificante, sabe? Tudo está saindo do papel, tomando formato. Vou lançar o álbum ainda neste ano. Estou ansioso!”

Meta principal

“O objetivo final do meu trabalho sempre é levar a palavra do amor para as pessoas. Minhas novas composições estão exatamente nessa linha, mostrando a importância de sermos verdadeiros, escutarmos o que nosso coração diz e seguirmos nossa verdade”.

O início de tudo

“Meus pais são de ouvir muita música, desde o erudito ao soul e ao baião. Isso apurou meu ouvido desde pequeno e me aproximou ainda mais dessa paixão, que hoje é a minha profissão. Minha escola também sempre influenciou bastante as artes e o lado humano do aluno. Portanto, o estímulo vinha de casa e continuava no colégio”.

Maior desafio

“Acho que a fase mais difícil foi o início da minha carreira, quando eu tinha que fazer as pessoas acreditarem no meu som. Depois que as portas começaram a se abrir, tudo fluiu. Tem mais: independentemente de quantas pessoas estejam me ouvindo ou de quanto dinheiro esteja ganhando, o ponto central sempre será a música. É ela que me motiva, que deixa os meus pés firmes no chão. Entender a sua paixão e ser fiel a ela é o que importa”.

Interação com os fãs

“O mais incrível na relação com os fãs é ver como o amor deles é verdadeiro, como se fosse de família. Muitos me dizem que foram salvos pela minha música e saber disso faz com que me sinta salvo de qualquer momento difícil na minha vida”.

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