<![CDATA[Porto&Mar]]> https://www.atribuna.com.br/porto-mar-1.89872 Thu, 21 Jan 2021 08:33:00 -0300 <![CDATA[Imunização de portuários ocorrerá quando houver vacinas, diz Ministério da Saúde]]> https://www.atribuna.com.br/noticias/portoemar/imuniza%C3%A7%C3%A3o-de-portu%C3%A1rios-ocorrer%C3%A1-quando-houver-vacinas-diz-minist%C3%A9rio-da-sa%C3%BAde-1.138993 A vacinação de trabalhadores dos setores portuário e aquaviário depende da ampliação gradativa do número de doses a serem enviadas a estados e municípios. Segundo o Ministério da Saúde, as especificidades e particularidades regionais serão discutidas na esfera bipartite, que inclui representantes dos governos estadual e municipal.

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Na última segunda-feira (18), profissionais da área de transporte – como os portuários, aquaviários e caminhoneiros – foram incluídos no grupo prioritário para a vacinação pelo Ministério da Saúde. Porém, segundo o prefeito de Santos, Rogério Santos (PSDB), as doses disponíveis atualmente são limitadas. 

Na Baixada Santista, neste primeiro momento, apenas profissionais da saúde estão sendo imunizados. Ainda não há data prevista para o início da vacinação de idosos ou pessoas acamadas. 

Por isso, o prefeito de Santos ressaltou que a decisão do Governo Federal impacta no planejamento da campanha de vacinação. Mas, segundo o Ministério da Saúde, doses enviadas pela pasta às unidades federadas foram calculadas considerando apenas o público priorizado para este início da vacinação, antes da ampliação do grupo prioritário. 

“Os demais grupos elencados no Plano Nacional de Operacionalização da campanha contra a covid-19 serão vacinados assim que houver disponibilidade de mais doses da vacina”, destacou o Ministério da Saúde, em nota. 

No entanto, a pasta não especificou quando os imunizantes devem ser enviados. Isto porque, inicialmente, o País conta com apenas seis mil doses da vacina, que foram repassadas pelo Instituto Butantan para a distribuição pelo Ministério da Saúde. 

A produção local de imunizantes, na capital, depende do envio de insumos da China, o que está previsto para acontecer até o final deste mês. Caso isto não aconteça, todo o cronograma de vacinação deverá ser revisto pelas autoridades estaduais de saúde. 

Números

Segundo o presidente da Federação Nacional das Operações Portuárias (Fenop), Sérgio Aquino, nos portos de Santos e São Sebastião, 15.813 profissionais deverão ser vacinados, considerando apenas os trabalhadores portuários avulsos (TPAs) e vinculados de terminais. 

Na lista, há, ainda, 1.027 funcionários das administrações de ambos os portos, mais os terceirizados. No entanto, estão sendo levantados os números de profissionais que atuam em terminais privados nos dois complexos portuários do estado de São Paulo. 

Infraestrutura

Procurado para comentar a falta de vacinas destinadas aos trabalhadores portuários e aquaviários, o Ministério da Infraestrutura destacou que não é sua responsabilidade. “O Plano Nacional de Imunização é de competência do Ministério da Saúde, que inclui a logística e inclusão dos grupos prioritários”, afirmou a pasta, em nota.

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Fernanda Balbino 1.138993 Thu, 21 Jan 2021 08:33:00 -0300
<![CDATA[Prefeito de Santos afirma que imunização de portuários depende de mais doses da vacina]]> https://www.atribuna.com.br/noticias/portoemar/prefeito-de-santos-afirma-que-imuniza%C3%A7%C3%A3o-de-portu%C3%A1rios-depende-de-mais-doses-da-vacina-1.138830 A imunização contra a Covid-19 de portuários, aquaviários e caminhoneiros depende do repasse de mais doses da vacina do Ministério da Saúde. A informação foi dada pelo prefeito Rogério Santos (PSDB), na manhã desta segunda-feira (19), em coletiva no Paço Municipal.

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O Ministério da Saúde havia informado que profissionais da área de transporte – como os portuários, aquaviários e caminhoneiros – foram incluídos no grupo prioritário para a vacinação. Mas, de acordo com o prefeito, as doses disponíveis são limitadas. 

Ele afirmou ter tomado conhecimento sobre a decisão do Ministério, de incluir esses profissionais no grupo prioritário. Mas ressaltou que a decisão do Governo Federal “impacta” no planejamento da campanha. 

“O Governo Federal cedendo doses para o município, nós usaremos essas doses de forma suplementar. É ótimo”, disse Rogério.

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Matheus Müller 1.138830 Wed, 20 Jan 2021 07:16:00 -0300
<![CDATA[Companhia Docas do Rio de Janeiro realiza ações de desinfecção em portos ]]> https://www.atribuna.com.br/noticias/portoemar/companhia-docas-do-rio-de-janeiro-realiza-a%C3%A7%C3%B5es-de-desinfec%C3%A7%C3%A3o-em-portos-1.138702 A Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) realizou, pela segunda vez, a desinfecção de suas áreas administrativas e operacionais com quaternário de amônio de 5ª geração, com o objetivo de prevenir a disseminação do novo coronavírus. A ação ocorreu na última terça-feira (12), no Porto de Itaguaí, e na quinta-feira (14) no Porto do Rio de Janeiro, em parceria com a Marinha do Brasil, por meio do Comando Conjunto Leste. 

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O quaternário de amônio usado na sanitização é um dos principais ativos recomendados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na eliminação do vírus da covid-19. O ativo foi aplicado em uma área de aproximadamente 12 mil metros quadrados por militares do Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais de Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica. 

No Porto de Itaguaí, a entrada principal e os prédios administrativos do Órgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo) e da Guarda Portuária foram contempladas. No Porto do Rio de Janeiro, os prédios da Anvisa, do Ogmo, da Receita Federal e da Guarda Portuária passaram pela desinfecção. 

A CDRJ, vinculada ao Ministério de Infraestrutura, é a autoridade portuária responsável pela gestão do complexo portuário fluminense, que compreende os portos do Rio de Janeiro, de Itaguaí, Niterói e Angra dos Reis.

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Da Redação 1.138702 Tue, 19 Jan 2021 21:20:00 -0300
<![CDATA[Movimento de cargas nos portos públicos do Rio Grande do Sul cai 8%]]> https://www.atribuna.com.br/noticias/portoemar/movimento-de-cargas-nos-portos-p%C3%BAblicos-do-rio-grande-do-sul-cai-8-1.138700 A movimentação de mercadorias nos três portos públicos do Rio Grande do Sul - Rio Grande, Pelotas e Porto Alegre - somou 39,9 milhões de toneladas em 2020, uma queda de 8,11% em relação ao resultado do ano anterior, quando chegou a 43,43 milhões de toneladas. Os dados foram divulgados nessa segunda-feira pela Superintendência dos Portos do Rio Grande do Sul.

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Apesar da queda operacional, alguns aspectos se destacaram nos complexos portuários marítimos no último ano. Rio Grande bateu um novo recorde de movimentação de cargas em  junho, quando seus terminais carregaram ou descarregaram 4.401.716 toneladas. O recorde anterior havia sido registrado em setembro de 2018, quando o total chegou a 4.340.915 toneladas. 

Já o Porto de Pelotas movimentou 23 mil toneladas de toras de madeiras a mais do que em 2019, um aumento de 2,6%. Mais de 90% das operações do complexo envolvem este tipo de mercadoria. 

As cargas mais embarcadas ou desembarcadas no complexo do Rio Grande ainda são a soja (em grãos e farelos), respondendo por mais de 32% das operações do porto, e a celulose, que chega a 9%. Arroz e fertilizantes também fizeram parte dos resultados de 2020, com um aumento de 21,74% e 15%, respectivamente, na movimentação de toneladas. 

Quanto aos principais destinos das exportações e importações, a China se manteve estável em primeiro lugar nas exportações, sendo o destino de 52,77% das cargas embarcadas. Nas importações, a Argélia perdeu o posto de primeiro lugar para o Marrocos, que teve um aumento de 7,82% nas importações.

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Da Redação 1.138700 Tue, 19 Jan 2021 20:25:00 -0300
<![CDATA[Embarcação ilegal do RJ é encontrada em Santos; multa chega a R$ 1.765.440,00]]> https://www.atribuna.com.br/noticias/portoemar/embarca%C3%A7%C3%A3o-ilegal-do-rj-%C3%A9-encontrada-em-santos-multa-chega-a-r-1-765-440-00-1.138525 Um policiamento ostensivo náutico, realizado pela Companhia de Polícia Militar Ambiental Marítima do 3° BPAmb (CiaMar) localizou e apreendeu uma embarcação pesqueira de grande porte que realizava pesca diferente da permitida em sua licença, em áreas proibidas e de espécies em risco de extinção. Ação aconteceu entre domingo (17) e segunda-feira (18) e barco foi encontrado na entrada do Canal do Estuário de Santos.

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A embarcação registrada no Estado do Rio de Janeiro foi alvo de denúncias anônimas sobre pesca em áreas proibidas. Imediatamente, a Polícia Militar Ambiental Marítima iniciou as buscas pela região e encontrou o barco. Em fiscalização documental, foi constatado que três tripulantes (todos de Santa Catarina) não possuíam carteira de pescador profissional. 

No porão da embarcação, foi identificado grande quantidade de pescado, inclusive da espécie Caranha, que se encontra em risco de extinção. Sua pesca proibida caracteriza o ato como crime ambiental. 

Desta forma, a fiscalização sobre a embarcação elaborou diversos Autos de Infração Ambiental. Três foram por “pescar sem a licença do órgão ambiental competente”  e quinze aconteceram por “pescar espécies que devam ser preservadas”. Ao todo, chegou-se ao valor de R$ 1.765.440,00 em multas.

Além disso, embarcação e rede de cerco de 800 metros também foram apreendidadas.

É importante ressaltar que a embarcação estava sendo monitorada pelo Programa Nacional de Rastreamento de Embarcação Pesqueira por Satélite (PREPS), com auxílio da Fundação Florestal. 

A CiaMar esclarece que ações rápidas colaboram com a preservação do meio ambiente e pede para população denunciar pelo telefone (13) 3348-4750. 

Pesca será doada 

Dentro da embarcação, foram contabilizados 4.367 quilos de pescado, sendo 2.027 quilos da espécie Caranha e 2.340 quilos de peixes diversos. Toda a pesca foi apreendida e imediatamente doada para instituições beneficentes da região como os Fundos Sociais. Ação beneficia famílias carentes e em situação de risco. 

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Por ATribuna.com.br 1.138525 Tue, 19 Jan 2021 17:18:00 -0300
<![CDATA[Matheus Miler: Desestatizar para avançar - parte II]]> https://www.atribuna.com.br/noticias/portoemar/matheus-miler-desestatizar-para-avan%C3%A7ar-parte-ii-1.138605 A publicação do aviso de audiência pública da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) 19/2020 – que se destina a dar publicidade e colher subsídios sobre os instrumentos técnicos e jurídicos que darão suporte à desestatização da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa) – é uma importante etapa no processo inédito da venda de uma autoridade portuária. O modelo proposto pelo Governo Federal prevê a alienação das ações representativas do capital social da Codesa e a cessão onerosa dos portos organizados de Vitória e de Barra do Riacho.

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Garantindo ao novo concessionário a total liberdade para exploração das áreas operacionais e não operacionais, o modelo proposto é um excelente teste para balizar a desestatização de outras autoridades portuárias que administram os principais portos públicos do País. 

Com a estimativa de arrecadação de mais de R$ 2 bilhões ao longo do contrato de concessão – que tem por objeto o desempenho das funções de Administradora Portuária - o novo concessionário pagará, além da outorga inicial, o percentual de 7,5% da receita bruta de sua operação, a título de contribuição variável, e 2% do valor atribuído ao terreno greenfield de Barra do Riacho, até que a área seja comercialmente explorada. Suportando também o reembolso das despesas da fiscalização a ser realizada pela Antaq. 

As justificativas e a relevância do projeto foram abordadas em matérias anteriores, e muito debatidas pela comunidade portuária. Em suma, o Governo pretende, além de modernizar a gestão da autoridade portuária, arrecadar recursos e diminuir a presença do Estado na atividade portuária.

No meu último artigo, publicado nesta coluna em dezembro, que trata do tema da desestatização, elaborado a partir de apresentações das autoridades em evento promovido pelo Grupo Tribuna, restavam ainda algumas dúvidas conceituais, entre elas a limitação ou vedação da participação de empresas arrendatárias como proponentes no leilão. 

O tema, agora esclarecido, está disciplinado no capítulo III da minuta do edital de leilão e confirma a diretriz anunciada anteriormente, ou seja, não poderão participar como proponentes do leilão as empresas que, na data da entrega da proposta, figurem como titular de Contrato de Arrendamento Portuário, ou equivalente, na área no porto organizado, estendendo-se esta limitação às empresas controladas ou controladoras da arrendatária.

Vedada então a participação direta como proponente, a empresa arrendatária do porto público somente poderá participar do leilão como membro de consórcio, em porcentagem limitada, a ser definida, e sem que possua controle decisório na estrutura societária, excluindo assim a possibilidade de formação de um condomínio portuário constituído pelas empresas arrendatárias locais. Na proposta de edital, não existe vedação às demais arrendatárias do País, que estão liberadas para participar do leilão como proponente ou membro de consórcio sem limitação de participação, desde que respeitada a legislação setorial. 

Com isso, o Governo Federal procura blindar “interesses menores” e evitar conflitos na tomada de decisão estratégica da futura Autoridade Portuária privada, garantindo o foco no desenvolvimento da infraestrutura portuária e no crescimento econômico dos complexos portuários de Vitória e Barra do Riacho.

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Matheus Miler 1.138605 Tue, 19 Jan 2021 16:43:00 -0300
<![CDATA[Cilindro de oxigênio deixa o Porto de Santos em direção a Manaus]]> https://www.atribuna.com.br/noticias/portoemar/cilindro-de-oxig%C3%AAnio-deixa-o-porto-de-santos-em-dire%C3%A7%C3%A3o-a-manaus-1.138737 Um cilindro com 54 toneladas e capacidade para transportar 90 mil metros cúbicos de oxigênio líquido deixou o Porto de Santos, nesta terça-feira (19), a bordo do navio de patrulha oceânico Apa, da Marinha do Brasil. O equipamento chegará ao complexo portuário de Belém (PA) no próximo dia 28, onde será carregado e levado para Manaus (AM). A ideia é abastecer hospitais que sofrem com a falta do item básico para o tratamento de pacientes com covid-19. 

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Desde o fim do ano passado, o Amazonas vive um avanço nos números de casos da doença e enfrenta grandes taxas de ocupação em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), tanto na rede pública como na privada. A crise levou os familiares de pacientes infectados por covid-19 a buscarem cilindros de oxigênio por conta própria para tentar evitar que seus parentes morressem por asfixia. 

Tentando evitar o agravamento da crise, diversos estados passaram a enviar insumos para a capital manauara. A operação realizada no Porto de Santos foi iniciada na madrugada de ontem, quando o cilindro de 54 toneladas foi deslocado de Mauá até o cais santista. Já o embarque do equipamento levou cerca de quatro horas e foi realizada no cais do Saboó. 

De acordo com o Capitão-de-mar-e-guerra Marcelo de Oliveira Sá, comandante da Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP), a viagem até Belém terá nove dias de duração. No porto paraense, o cilindro será abastecido com 90 mil metros cúbicos de oxigênio líquido. 

“Isto corresponde a 9 mil cilindros de oxigênio hospitalar”, destacou o comandante. “Tudo isso faz parte de um apoio logístico, um esforço nacional”, explicou o oficial. 

De acordo com o comandante Sá, após o carregamento, a chegada a Manaus ainda dependerá de um trajeto de mais sete dias a bordo de uma balsa. “Precisamos entender que essa pandemia pode ser entendida como uma guerra contra um inimigo invisível, o covid-19. Nesse sentido, todos devemos contribuir para salvar vidas”.

Operação

Segundo o capitão de fragata Luiz Ricardo Batista Ramalho, comandante do navio patrulha oceânico Apa, 95 militares estão envolvidos na operação de deslocamento do equipamento. “Uma das tarefas principais desse navio é transporte logístico para apoio a ação humanitária e a sua capacidade de ser um meio mais veloz disponível para cumprir essa missão com maior brevidade”. 

Antes da convocação para o transporte do cilindro, a embarcação da Marinha do Brasil participava de uma atividade em Vitória (ES). Segundo o comandante do Apa, os trabalhos eram realizados em parceria com a marinha americana. 

“O Apa tem capacidade de transportar uma carga considerável no convés de voo, onde recebemos armazenagem mas também temos capacidade para seis contêineres de 20 toneladas”. 

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Fernanda Balbino 1.138737 Tue, 19 Jan 2021 16:04:00 -0300
<![CDATA[Trabalhadores do Porto de Santos terão prioridade na vacinação]]> https://www.atribuna.com.br/noticias/portoemar/trabalhadores-do-porto-de-santos-ter%C3%A3o-prioridade-na-vacina%C3%A7%C3%A3o-1.138610 Os profissionais da área de transporte – considerados prestadores de serviços essenciais para o desenvolvimento do Brasil – foram incluídos no grupo prioritário na campanha de vacinação do Ministério da Saúde contra a Covid-19. A medida integra informe técnico do órgão publicado nesta segunda-feira (18).

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De acordo com o documento, estão nessa categoria caminhoneiros, portuários (incluindo trabalhadores da área administrativa) e funcionários das companhias aéreas nacionais, de empresas metroferroviárias de passageiros e de cargas, de empresas brasileiras de navegação, além de motoristas e cobradores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso. 

A inclusão foi comemorada pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. “Essa é uma grande notícia para nossos trabalhadores que continuaram, mesmo durante toda a pandemia, prestando um grande serviço ao nosso país. Esses profissionais terão o suporte do Governo Federal para garantir a vacinação como grupo prioritário e vamos garantir segurança e as condições que eles precisam para continuar nas estradas, portos e ferrovias”, declarou.

Segundo o Ministério da Infraestrutura, para se vacinar, esses profissionais terão de comprovar, por meio de documentação, que integram esses grupos. 

Na campanha de vacinação do Ministério da Saúde, iniciada ontem, foram considerados prioritários os trabalhadores de saúde, pessoas com 60 anos ou mais, pessoas com deficiência institucionalizadas, população indígena aldeada, povos e comunidades tradicionais ribeirinhas e quilombolas, grupo com morbidades, funcionários do sistema carcerário, presos, pessoas em situação de rua, funcionários das forças de salvamento e segurança, forças armadas, trabalhadores da educação e pessoas com deficiência permanente grave.

Pedido

A inclusão dos portuários entre os grupos prioritários foi requerida por diversas associações empresariais do setor. O primeiro pedido sobre o tema partiu da Federação Nacional das Operações Portuárias (Fenop). Segundo o presidente da entidade, Sérgio Aquino, nos portos de Santos e São Sebastião, entre trabalhadores portuários avulsos e vinculados, há 15.813 profissionais. 

De acordo com o presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), Jesualdo Conceição Silva, no País cerca de 112 mil pessoas atuam no setor portuário.

Tripulantes

Entidades que prestam assistência a marítimos estrangeiros que vêm ao Porto de Santos pediram, à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a à Autoridade Portuária de Santos, a inclusão de tripulantes entre os profissionais  a serem incluídos nos grupos prioritários de vacinação contra a Covid-19. Desde março, quando começou a pandemia no País, os profissionais de outros países não são autorizados a deixar os navios para evitar contaminações. Inicialmente, o temor era de que o vírus chegasse ao Brasil a bordo das embarcações, o que não ocorreu.

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Fernanda Balbino 1.138610 Tue, 19 Jan 2021 07:57:00 -0300
<![CDATA[Maersk renova parceria com organização ambiental para livrar oceanos de plástico]]> https://www.atribuna.com.br/noticias/portoemar/maersk-renova-parceria-com-organiza%C3%A7%C3%A3o-ambiental-para-livrar-oceanos-de-pl%C3%A1stico-1.138541 O grupo dinamarquês A.P. Moller-Maersk, controlador da armadora Maersk, anunciou, na última semana, a renovação e a ampliação da parceria com a organização ambiental holandesa The Ocean Cleanup, dedicada a manter os oceanos livres da presença de plástico. 

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A expansão desta parceria, que acontece desde 2018, permite a implantação de novos  sistemas de limpeza dos oceanos, assim como de tecnologia de base para capturar plástico antes mesmo que o material chegue aos oceanos. 

A Maersk dará assistência à organização ambiental implantando sensores a bordo dos navios de sua frota, com o intuito de mapear áreas oceânicas em relação à concentração de plástico. Isso permitirá que os cientistas da The Ocean Cleanup possam ter um melhor entendimento do problema ambiental.

Ainda como parte da ampliação da parceria, o serviço de gerenciamento do grupo dinamarquês cuidará da gestão da cadeia de suprimentos de outros projetos da organização voltados a oceanos e rios.

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Da Redação 1.138541 Mon, 18 Jan 2021 20:53:00 -0300
<![CDATA[Exportações agrícolas crescem 3,98% no Paraná]]> https://www.atribuna.com.br/noticias/portoemar/exporta%C3%A7%C3%B5es-agr%C3%ADcolas-crescem-3-98-no-paran%C3%A1-1.138333 As exportações do agronegócio do Paraná, realizadas pelos portos do estado, somaram US$ 13,29 bilhões no ano passado, valor 3,98% superior ao desempenho de 2019, quando o setor exportou US$ 12,78 bilhões. Os números, divulgados nesta semana, são da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

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Com esse resultado, o estado mantém a 3ª posição no ranking nacional das exportações do setor em 2020. O Brasil somou um total de US$ 100,81 bilhões no ano passado em vendas externas do agro, e o Paraná contribuiu com 13,18% do total. Na primeira colocação está o Mato Grosso (17,73%), seguido de São Paulo (17,09%). 

Os números também indicam que o agronegócio ampliou sua participação no comércio exterior do Paraná. Em 2019, correspondia a 77,6% das exportações. No último ano, representou 80,9% do total exportado.

O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, destacou que, “no ano mais difícil da história moderna (devido à pandemia da covid-19), o agro irrigou a economia. E, em 2021, há perspectivas de boa produção, tanto de grãos quanto de carnes. O dólar valorizado ajuda a manter bons preços aos produtores”. 

Com relação às importações, o agronegócio do estado também ocupa a 3ª posição no ranking nacional, atrás de São Paulo e Santa Catarina. Em 2020, o agro do Paraná importou US$ 1,7 bilhão.
Entre os produtos exportados pelos portos paranaenses, destaca-se o complexo soja (grãos e farelos), que teve 17,3 milhões de toneladas embarcadas, uma alta de 28,4% com relação ao volume exportado em 2019, e que gerou US$ 6,05 bilhões. 

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Agência Estadual de Notícias do Paraná 1.138333 Sun, 17 Jan 2021 15:16:00 -0300
<![CDATA[Ilhabela pode receber recifes artificiais em projeto para a costa brasileira]]> https://www.atribuna.com.br/noticias/portoemar/ilhabela-pode-receber-recifes-artificiais-em-projeto-para-a-costa-brasileira-1.138127 Ilhabela está na mira do Governo Federal para receber a instalação de ao menos cinco recifes artificiais, dos 128 que são planejados para a costa brasileira. Recém-eleito, o prefeito do município, Antonio Luiz Colucci (PL), que também esteve à frente da prefeitura entre 2009 e 2016, informou não conhecer os projetos da União sobre o tema, mas afirmou ter interesse na pauta, que já o acompanha desde 2015, quando entrou com um pedido de licenciamento junto ao Ibama para a criação de um polígono para afundamentos (de embarcações). 

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“A ideia era licenciar uma área grande, entre as ilhas de Búzios e Vitória”. Ao ser questionado pela Reportagem sobre a Instrução Normativa Nº 28, publicada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em 24 de dezembro de 2020, o prefeito alegou não ter informações, e que os primeiros 100 dias de governo são fundamentais para “botar a casa em ordem”. 

Apesar de não ter conhecimento sobre a IN28/20, Colucci revela ter recebido o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, antes de assumir a prefeitura, para uma reunião. “Não falamos desse assunto (instrução normativa), mas disse a ele da nossa intenção, que eu já tinha quando fui prefeito até 2016 (de um licenciamento para o polígono)”. 

O chefe do Executivo disse ter ouvido do ministro que “tinha uma normativa” e que “talvez eu (prefeito) nem precise de assessoria (do Ibama) e consiga fazer (o processo) direto pelo site”. O prefeito acrescenta que a cidade tem interesse “de fazer esses recifes artificiais para a gente desenvolver ainda mais o turismo de mergulho”. 

Colucci lembra que os estudos em torno do polígono para afundamentos começaram em 2015. A ideia, segundo ele, surgiu quando a prefeitura recebeu o navio Professor Besnard da USP – a ideia era explorar a embarcação para o turismo de mergulho. “(Hoje, está) essa confusão toda. A administração passada doou para uma ONG (Instituto Imar), que agora está mantendo o navio no Porto de Santos”, disse.

IN28 polêmica

A Instrução Normativa nº 28 altera o texto anterior, de 2009, e mantém o viés de estabelecer regras, autorizações, exigências e restrições. Entretanto, o acréscimo de um artigo levantou polêmica, quanto a uma possível facilitação para a instalação de recifes artificiais.
 
A questão foi levantada por diversas publicações aponta para o seguinte trecho da IN28/20: “Para todos os casos, considera-se inviável o projeto cuja estrutura do recife artificial contenha quantidade excessiva de materiais perigosos e potencialmente poluidores (tais como: explosivos, biocidas, óleos, graxas, combustíveis, amianto, PCBs (Bifenilas Policloradas), tintas anti-incrustantes, metais pesados, radioativos etc.) ou que possam ocasionar riscos de ferimentos ou acidentes (cantos vivos, superfícies cortantes etc.)”.

O texto anterior vedava a possibilidade de poluentes e, dessa vez, nesta IN28/20, a inviabilidade se dará para estruturas que contenham “quantidade excessiva”. É sobre esse termo que se instalou a polêmica. 

Sem facilidade

No último domingo (10), ATribuna.com.br publicou matéria sobre o tema e, na ocasião, o professor Frederico Brandini, do Instituto Oceanográfico da USP, rechaçou que a IN28/20 facilita a instalação de recifes artificiais. O docente, vale destacar, participou da elaboração da primeira instrução normativa em 2009 e contribuiu com orientações para esta última, de dezembro do ano passado. 

Sobre o trecho que causa polêmica, Brandini explicou à Reportagem que se trata de “um texto um pouco infeliz”. Entretanto, diz que “não é um bicho de sete cabeças” e que não é por isso que a instrução normativa está aceitando tudo e vão acabar com os oceanos. Ele ressaltou que 95% da publicação está dentro do esperado.

O professor apontou que estão politizando o tema e que a instrução normativa é apenas mais um mecanismo para orientar interessados, dar transparência ao processo, afastar projetos aventureiros. “(A IN28/20) é para que o Ibama se manifeste do ponto de vista ambiental”, disse na última publicação, alertando que existem outras autorizações necessárias, como da Marinha. 

A crítica feita por Brandini é sobre o número apresentado pelo Governo Federal. Segundo ele, não tem que estipular a instalação de 128 recifes artificiais. “Tem que deixar aberto em qualquer lugar da costa brasileira, desde que o interessado diga o motivo, se a sociedade local quer, se já tem recife natural”, disse. 

A Tribuna.com.br procurou o Ministério do Meio Ambiente ao longo da semana, mas, apesar das tentativas, não obteve resposta. O setor de comunicação se limitou a dizer que enviariam a mesma informação da última semana, de que a IN28/20 não facilita a implantação de recifes artificiais. 

Recifes podem se tornar atrações turísticas para mergulhadores (foto: Shutterstock)

Turismo

O empresário e mergulhador Cesar Grillo, dono da empresa Aquáticos Ilhabela, acredita que a instalação de recifes artificiais tende a atrair olhares para o turismo de mergulho. Apesar disso, lembrou que o mais importante é o meio ambiente. “Li alguma coisa a respeito (IN28/20), mas não recebemos nenhuma notícia em relação à instalação de recifes artificiais aqui em Ilhabela. Acredito que a instalação seria benéfica em relação ao turismo, porém, em termos de biodiversidade e conservação não seria tão interessante, uma vez que eles podem servir como ‘corredor ecológico’ e auxiliar na introdução de espécies exóticas invasoras e consequente desestabilização do ecossistema”. 

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Matheus Müller 1.138127 Sun, 17 Jan 2021 10:25:00 -0300
<![CDATA[Segunda fase da 'Operação Relíquia' fiscalizará cargas perigosas no Porto de Santos]]> https://www.atribuna.com.br/noticias/portoemar/segunda-fase-da-opera%C3%A7%C3%A3o-rel%C3%ADquia-fiscalizar%C3%A1-cargas-perigosas-no-porto-de-santos-1.138130 O Instituto Brasileiro de Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deve concluir, até o próximo mês, a análise dos dados obtidos durante a operação Relíqua, que mapeou procedimentos de armazenagem, transporte e manuseio de cargas perigosas no Porto de Santos. Mesmo antes do fim dos trabalhos, o órgão garante que a segunda edição da iniciativa será realizada no segundo semestre. Desta vez, a novidade é que as ações serão executadas simultaneamente em todos os portos.

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Em agosto do ano passado, uma explosão na zona portuária de Beirute, no Líbano, matou mais de 170 pessoas, além de deixar milhares de feridos. Na ocasião, uma carga de nitrato de amônio causou o acidente e a mesma mercadoria é operada no Porto de Santos. Por isso, o caso chamou a atenção para os riscos envolvendo operações de cargas perigosas no cais santista. 

No mês seguinte, todos os terminais do Porto foram vistoriados. Além do Ibama, participaram da operação a Autoridade Portuária de Santos, a Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP), a Receita Federal, as polícias Federal e Militar, o Exército, as agências nacionais de Transportes Aquaviários (Antaq), Transportes Terrestres (ANTT) e Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) e a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). O trabalho será concluído e apresentado no mês que vem.
 
Segundo a agente ambiental federal Ana Angélica Alabarce, responsável pelo Ibama na região, os trabalhos estão na reta final. Mas a conclusão da operação é de que as operações com produtos perigosos são realizadas de acordo com as normas no Porto de Santos. “Tivemos alguns destaques para a necessidade de adaptações, mas sem grandes perigos. São melhorias que podem garantir ainda mais segurança às operações”, afirmou Ana Angélica. 

Agora, técnicos do Ibama querem saber se o mesmo acontece em outros complexos portuários do País. “O perigo é eminente em qualquer porto. A carga depende muito do ser humano, de como ele armazena, transporta e manuseia. É aí que está o risco”, destacou a agente ambiental federal.

Na primeira edição da operação Relíqua, representantes do Ibama de seis estados participaram das ações: Maranhão, Ceará, Pernambuco, Goiás, Mato Grosso e Paraná. Agora, os trabalhos serão realizados nestes locais e também em outros portos do País. “A operação Relíqua virou um plano nacional. O Ibama e o Exército continuarão na coordenação dos trabalhos, que contarão com 12 autoridades no segundo semestre”, afirmou Ana Angélica.

Em Santos

A movimentação e armazenagem de nitrato de amônio (insumo para fertilizantes) ocorre no Terminal Marítimo do Guarujá (Termag), na Margem Esquerda (Guarujá). Já na Margem Direita (Santos) não há armazenamento e, quando há operação deste produto, ela é feita com descarga direta. 

Em 2019, mais de 2,2 milhões de toneladas de fertilizantes foram desembarcadas no cais santista. Os dados do ano passado ainda não foram disponibilizados pela Autoridade Portuária. 

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Fernanda Balbino 1.138130 Sat, 16 Jan 2021 07:00:00 -0300
<![CDATA[Frederico Bussinger: Corredores de desenvolvimento em nova perspectiva]]> https://www.atribuna.com.br/noticias/portoemar/frederico-bussinger-corredores-de-desenvolvimento-em-nova-perspectiva-1.138075 O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, vem de noticiar convênio, firmado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) com a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), para diagnóstico e proposta de governança para os municípios lindeiros à BR-163/MT/PA e à projetada Ferrogrão: Aveiro, Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso, Rurópolis e Trairão. Todos no Pará.

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Ele é parte do “Programa de Fortalecimento das Capacidades Governativas dos Entes Subnacionais” (Portaria nº 2.652/19), um primeiro passo mais que oportuno e alinhado às boas práticas internacionais em projetos infraestruturais, particularmente “green-field” (projetos a partir do zero).

A Ferrogrão: i) é um dos eixos estruturantes do Arco Norte; ii) ferrovia com 933 km ligando Sinop (MT) ao complexo portuário de Miritituba (PA); iii) seu projeto inicial foi apresentado em 2012, coordenado pela EDLP e patrocinado pelas tradings ADM, Amaggi, Bunge, Cargill e Louis Dreyfus; iv) foi qualificado pelo Programa de Parcerias de Investimentos (PPI, do Ministério da Economia) em 2016 (art. 1º, X, do Dec. nº 8.916); e v) em JUL/20, teve edital de concessão aprovado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Desde o início, vem enfrentando dificuldades para licenciamento ambiental. Recentemente também no front político, seja pelo confronto com outras alternativas estruturantes em MT, seja com projetos de outros estados. E, também, no front econômico-financeiro, até há pouco não mencionado, para o qual o Ministério da Infraestrutura (Minfra) anuncia aporte de R$ 2 bi para “riscos não gerenciáveis”; e, assim, fechar a equação.

A participação do MDR, em projeto até agora conduzido pelo Minfra, contando também com o envolvimento de estados, municípios e universidade, tem potencial para ajudar a enfrentar e dar tratamento adequado ao desenvolvimento desses projetos. Particularmente no Centro-Oeste, com experiências exitosas, como as “PPP caipiras” e as mobilizações regionais por projetos estruturantes (vide “Carta de Nova Mutum”, de NOV/17).

Não custa lembrar, ferrovias e rodovias não são um fim em si mesmas. Transporte tampouco. Nem mesmo a logística. Elas são infraestruturas e serviços (meios) cujos fins são a economia, a vida das pessoas e o cuidado com a natureza. De uma forma mais ampla, o desenvolvimento regional.

Por isso, o planejamento (e, ultimamente, também a gestão) delas passou de uma visão modal para a ideia de corredor: inicialmente corredor de exportação, depois corredor de transporte, corredor multimodal, corredor logístico e, mais recentemente, corredor de desenvolvimento. As agências internacionais têm cada vez mais incentivado essa abordagem.

Há farta literatura a respeito, inclusive disponível na internet. O Banco Mundial, p.ex, tem um manual de gestão desses corredores, e compartilha amplamente suas experiências.

Não deixa de ser intrigante, assim, o fato de que as concessões (rodovias e ferrovias) e arrendamentos portuários sigam sendo modelados, tanto de per si como essencialmente focados nos ativos; relegando as funcionalidades e interfaces com outros setores a um segundo plano. Mais intrigante, ainda, porque o próprio Governo Federal formulou, no meio da década passada, o “Projeto Corredores Logísticos Estratégicos”, objetivando “uma visão panorâmica e diagnóstica ... da infraestrutura de transportes voltada para o escoamento das principais cargas do País: soja e milho, minério de ferro, veículos automotores, açúcar e etanol, combustíveis e carnes... transporte de passageiros, integração e defesa nacional”. Os seis volumes temáticos foram publicados a partir de 2017.

Todo esse acervo bibliográfico, espera-se, seja de grande utilidade à Ufopa no projeto de governança para os municípios lindeiros à BR-163 e Ferrogrão.

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Frederico Bussinger 1.138075 Fri, 15 Jan 2021 19:15:23 -0300
<![CDATA[Contratos transitórios podem garantir R$ 6,5 milhões ao Porto de Santos]]> https://www.atribuna.com.br/noticias/portoemar/contratos-transit%C3%B3rios-podem-garantir-r-6-5-milh%C3%B5es-ao-porto-de-santos-1.137911 A Autoridade Portuária de Santos (APS) divulgou, na noite desta quinta-feira (14), as três empresas responsáveis pelas melhores ofertas para áreas ociosas no Porto de Santos. São elas: Conport Afretamentos Marítimos, Santos Brasil Participações S.A e Bracell SP Celulose Ltda. Se confirmados, os acordos vão garantir ao menos R$ 6,5 milhões à APS pelos próximos seis meses.

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Os contratos são transitórios, com validade de 180 dias ou até a conclusão das licitações dessas glebas para concessão de longo prazo, o que ocorrer primeiro. “A celebração de contratos transitórios mantém as áreas portuárias operacionais enquanto não são firmados os arrendamentos de longo prazo. 

Com isso, a SPA (Santos Port Authority, sigla em inglês da APS) reduz a ociosidade no Porto de Santos, já abaixo de 9%, garante a melhor remuneração pela exploração do ativo público e gera emprego e renda”, disse o diretor de Desenvolvimento de Negócios e Regulação da SPA, Bruno Stupello.

>>Confira detalhes sobre as áreas

Apesar de terem as propostas superiores (no total, 11 ofertas foram feitas), as três terão cinco dias para apresentar os documentos de qualificação. Após avaliação positiva, poderão assumir os lotes – dois no Saboó e um no Paquetá. Todos os lances foram publicados no site da APS.
 
As empresas que concorreram aos lotes já haviam realizado propostas, que puderam ser atualizadas até a última quarta-feira (13). A Conport, por exemplo, que pretende movimentar granel sólido (mineral), deu o melhor lance na área de 20.896 m2 no Saboó, o que vai garantir uma renda mensal mínima de R$ 280.095,04 à Autoridade Portuária - antes, tinha ofertado R$ 236.350.
 
A Santos Brasil superou a MSC na disputa pelo maior lote, de 64.412 m2 no Saboó. A oferta foi uma renda mensal mínima de R$ 399.497,00, ante uma de R$ 99.870,88 da outra empresa. O lance é bastante superior aos R$ 41,6 mil apresentados anteriormente pela própria Santos Brasil, que movimentará carga geral conteinerizada ou não (contêineres vazios e cargas gerais e de projeto). 

A Bracell teve a melhor entre cinco propostas para a área de 16.020 m2, no Paquetá. Ela garantiu uma renda mínima mensal de R$ 400.441,40 à APS – a primeira oferta havia sido R$ 1.061,20. O local será explorado para a movimentação de celulose. 

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Matheus Müller 1.137911 Fri, 15 Jan 2021 07:21:00 -0300
<![CDATA[Incêndio atinge carregador de navios em terminal da Vale, no Maranhão; vídeo]]> https://www.atribuna.com.br/noticias/portoemar/inc%C3%AAndio-atinge-carregador-de-navios-em-terminal-da-vale-no-maranh%C3%A3o-v%C3%ADdeo-1.137867 Um incêndio atingiu um carregador de navios (shiploader) de um dos berços de atracação do Terminal Marítimo de Ponta da Madeira (TPM) por volta das 2 horas desta quinta-feira. A instalação é a principal unidade da Vale para a exportação de minério de ferro e está localizada ao lado do Porto de Itaqui, nas proximidades da cidade de São Luís, às margens da Baía de São Marcos, no Maranhão.

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Em nota enviada à Redação na tarde desta quinta-feira, a Vale informou que não houve vítimas e nem danos ambientais. Ainda de acordo com a mineradora, suas brigadas de incêndio foram acionadas logo que o fogo foi percebido e o incêndio foi contido. O incidente não chegou a interromper as operações da unidade.

As causas do incêndio estão sendo apuradas e o local passará por avaliação, informou a mineradora.
Um outro berço do terminal já está interditado devido a uma recente colisão. Mas os outros três berços da unidade continuam operando normalmente.

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Marcela Morone 1.137867 Thu, 14 Jan 2021 19:37:00 -0300
<![CDATA[Regis Prunzel é reeleito presidente do Sopesp para o triênio 2021-2023]]> https://www.atribuna.com.br/noticias/portoemar/regis-prunzel-%C3%A9-reeleito-presidente-do-sopesp-para-o-tri%C3%AAnio-2021-2023-1.137760 Regis Gilberto Prunzel, representante do Terminal Exportador do Guarujá Ltda (TEG), foi reeleito presidente do Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de São Paulo (Sopesp), na manhã desta quinta-feira (14), por unanimidade, durante a primeira reunião ordinária e virtual da entidade neste ano. A posse é imediata e mandato válido pelo triênio 2021-2023. 

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Após a decisão do Conselho Diretor do Sopesp, formado por membros de oito terminais que atuam nos embarques e desembarques de cargas no Porto de Santos, Prunzel agradeceu a confiança dos associados e colegas conselheiros, pela recondução ao cargo de presidente. 

“Juntos, vamos continuar tratando os temas estratégicos que envolvem nossas atividades portuárias”, observou. De férias, ele voltará às atividades no final deste mês. 

A assembleia ainda definiu os demais membros da nova diretoria. O primeiro vice-presidente será Leonardo Felix Ribeiro, representante da ADM do Brasil Ltda, enquanto o cargo de segundo vice-presidente ficará com Roberto Teller, da Santos Brasil Participações S.A.

Para o Conselho Diretor foram escolhidos os seguintes membros: Joel Contente da Silva Júnior, da Brasil Terminal Portuário S.A; Robson Luiz Bissani, da Ecoporto Santos S.A; Joaquim Carlos Sepúlveda, da Elevações Portuárias S.A; Antônio dos Santos Carvalhal, da Rodrimar S.A. – Transportes, Equipamentos Industriais e Armazéns Gerais; e Gildécio José Moreira Fiel, da Terminal Marítimo do Guarujá (Termag).

O Conselho Fiscal eleito será formado por Thiago Diniz Lima, da Bandeirantes Deicmar Logística Integrada S.A; Luiz Fernando Ragonha Junior, da Citrosuco S.A. Agroindústria; e Leandro Fernandes de Almeida, do Terminal 12A S.A.

Suplentes 
Como  suplentes do Conselho Fiscal estão: Sérgio Ferreira dos Santos, do Terminal XXXIX de Santos S.A; Fabiano dos Santos Messias, da Cia. Auxiliar de Armazéns Gerais (Copersucar); e Flavio da Rocha Costa, da Rishis Empreendimentos e Participações S.A. 

 

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Da redação 1.137760 Thu, 14 Jan 2021 14:13:00 -0300
<![CDATA[MRS prevê melhorias no acesso ao Porto de Santos]]> https://www.atribuna.com.br/noticias/portoemar/mrs-prev%C3%AA-melhorias-no-acesso-ao-porto-de-santos-1.137679 As projeções bilionárias de investimentos ferroviários no Planalto e na área do Porto de Santos acendem o sinal de alerta para a ligação entre esses dois pontos. A questão, que inclui o aumento da capacidade ferroviária no trecho da Serra do Mar, deve ser equacionada a partir da conclusão do processo de renovação antecipada da concessão da malha da MRS Logística, que liga a região de Jundiaí, no interior do Estado, ao complexo santista. 

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Em maio do ano passado, o Governo Federal e a Rumo Logística (Grupo Cosan) assinaram a renovação antecipada da concessão da malha ferroviária paulista, que ficará sob a responsabilidade da empresa até 2058. No total, a concessionária fará investimentos de mais de R$ 6 bilhões em obras, trilhos, vagões e locomotivas. Com isto, a capacidade de transporte ferroviário em direção ao Porto de Santos poderá chegar às 100 milhões de toneladas anuais. 

Na área do Porto, hoje, o serviço de transporte ferroviário e a sua infraestrutura também estão sob responsabilidade da Rumo. Mas a concessão terminará em 27 de junho de 2025 e não será renovada. O plano da Autoridade Portuária de Santos (APS) prevê a criação de uma sociedade de propósito específico (SPE) que ficará responsável pelos investimentos no cais santista.
 
De acordo com a estatal, há capacidade de atendimento de cerca de 50 milhões de toneladas por ano. E hoje, já são operadas 45 milhões de toneladas por ano – 90% da oferta. Para atender à projeção de crescimento da demanda já anunciada, a APS projeta investimento na malha interna do Porto de R$ 2 bilhões.

Diante das projeções de investimentos na malha ferroviária no planalto e no cais santista, as atenções se voltam ao trecho netre essas duas regiões, operado pela MRS. Atualmente, a renovação da concessão da malha está em análise pelo Ministério de Infraestrutura e pela Agência Nacional de Transporte Terrestre.
 
Posteriormente, será encaminhada ao Tribunal de Contas da União (TCU), a quem caberá a avaliação final. 
A estimativa é de que mais de R$ 7 bilhões sejam investidos pela MRS com a renovação antecipada. A empresa, que tem a concessão das ferrovias que cortam três estados até 2026, pleiteia manter operações até 2056.
 
Além de R$ 3,1 bilhões a serem investidos em aumento de capacidade e melhorias de desempenho – principais ganhos diretos esperados com o processo – haverá um segundo bloco de investimentos. Essas obras – para redução de conflitos urbanos, aumento da intermodalidade e redução de congestionamentos e dos acidentes - serão financiadas pela outorga prevista no processo de renovação, que, num período de dez anos, podem ser de R$ 4,4 bilhões.

Segundo a MRS, o aumento de capacidade gerado pelo plano da renovação permitirá uma alta de 25% nos fluxos de exportação que passam por todos os trilhos operados pela empresa, incluindo aqueles que atendem ao Porto de Santos e aos complexos fluminenses. 

Agência reguladora

Segundo a ANTT, parte significativa dos investimentos de ampliação de capacidade entre a região da Serra e o Porto de Santos, que faz parte da malha da Rumo Malha Paulista, foi considerado no processo para prorrogação da concessão.

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Fernanda Balbino 1.137679 Thu, 14 Jan 2021 08:50:00 -0300
<![CDATA[Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de SP define diretoria nesta quinta]]> https://www.atribuna.com.br/noticias/portoemar/sindicato-dos-operadores-portu%C3%A1rios-do-estado-de-sp-define-diretoria-nesta-quinta-1.137678 Uma assembleia definirá hoje a nova diretoria do Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de São Paulo (Sopesp), incluindo o presidente. Representantes de oito terminais que atuam nos embarques e desembarques de cargas no Porto de Santos indicarão os executivos ao conselho da entidade. O mandato será válido pelo triênio 2021/2023.

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Entre os terminais do cais santista que vão integrar a diretoria, estão: ADM do Brasil, Brasil Terminal Portuário (BTP), Ecoporto Santos, Elevações Portuárias, Rodrimar, Santos Brasil, Terminal Exportador de Guarujá (TEG) e Terminal Marítimo de Guarujá (Termag). 

Bandeirantes Deicmar Logística Integrada, Citrosuco e Terminal 12A terão membros indicados ao conselho fiscal. Já os suplentes serão representantes do Terminal XXXIX, da Rishis Empreendimentos e da Companhia Auxiliar de Armazéns Gerais, a Copersucar. 

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Da Redação 1.137678 Thu, 14 Jan 2021 08:40:31 -0300
<![CDATA[São Sebastião firma contrato de granéis líquidos]]> https://www.atribuna.com.br/noticias/portoemar/s%C3%A3o-sebasti%C3%A3o-firma-contrato-de-gran%C3%A9is-l%C3%ADquidos-1.137560 O Grupo Olfar firmou um contrato com o Porto de São Sebastião (Litoral Norte do Estado), para utilizá-lo em suas operações de granéis líquidos. A parceria foi firmada no mês passado.

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O termo foi assinado pelo presidente da Companhia Docas de São Sebastião, Paulo Tsutomu Oda, e José Carlos Weschenfelder, presidente do Grupo Olfar.

Com a movimentação de granéis líquidos, a empresa tem foco na prestação de serviços para entrada de produtos em mercados diversos, bem como o abastecimento da sua usina de Biodiesel em Porto Real, no Rio de Janeiro.

Proporcionando exclusividade de tancagens apropriadas para diferentes finalidades, o objetivo é atender a necessidade específica de cada mercado, permitindo um melhor desempenho nas operações portuárias. Tal conectividade é um diferencial competitivo que agregará valor às movimentações.

O projeto contempla uma área de operação de 13.355 metros quadrados, adquirida e permutada com o município de São Sebastião, onde serão construídos 29 tanques, com capacidade total para armazenagem de 33 mil toneladas. O investimento previsto é de R$ 150 milhões.

Além das atividades exclusivas do grupo, o terminal poderá atender às demandas de outros segmentos, permitindo o abastecimento e a movimentação tanto de produtos do território nacional, inclusive cabotagem (transporte marítimo de cargas pela costa); quanto do exterior, contemplando também a exportação de produtos finais. 

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Do Estadão Conteúdo 1.137560 Wed, 13 Jan 2021 15:13:00 -0300
<![CDATA[Pandemia afeta setor de contêineres no Porto de Santos]]> https://www.atribuna.com.br/noticias/portoemar/pandemia-afeta-setor-de-cont%C3%AAineres-no-porto-de-santos-1.137479 O estoque de contêineres continua em baixa no Porto de Santos e uma recuperação deve ocorrer depois de fevereiro, segundo entidades que atuam no setor. Apesar de a situação servir de alerta, a Reportagem apurou que os clientes têm sido atendidos e não há registro de problemas com a falta dos contentores. 

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Apesar de essa baixa não ser apresentada em números, há uma percepção do segmento para essa situação – causada principalmente pela crise gerada com a pandemia, que levou a uma queda das importação, seja pela alta do dólar ou pelo aumento no valor dos fretes. 

“A quantidade (de contêineres) procedentes do exterior ainda é limitada e o estoque é apertado, porem ninguém está deixando de atender os clientes e embarques. O mercado encontra-se em linha com essa situação”, disse José Roque, diretor-executivo do Sindicato das Agências de Navegação Marítima do Estado de São Paulo (Sindamar), que acredita em uma recuperação ao final de fevereiro. 

De acordo com Wagner Souza, diretor-executivo da Associação Brasileira dos Terminais Retroportuários e das Transportadoras de Contêineres (ABTTC), “esse problema (de falta) de contêineres é mais acentuado nos períodos das safras, onde o fluxo de exportação aumenta significativamente sem um aumento no fluxo de importação”.

No final do ano passado, porém, mesmo fora do período de safra (entre fevereiro e maio), a exportação esteve aquecida pelo setor de granéis, o que agravou esse cenário. 
Roque aponta que grande parte dos contêineres está represada na China e em portos europeus. “Há um desbalanceamento entre a movimentação de contêineres de importação e exportação”. A situação apresentada pelo executivo é a seguinte, o Brasil mandou mais contêineres para o exterior do que importou e, portanto, temos menos contentores no País. 

Principais baixas

José Roque destaca que os contêineres refrigerados High Cube de 40 pés (12 metros), considerados equipamentos especiais, são os mais afetados. “Os armadores estão fazendo um esforço hercúleo para o retorno desses equipamentos vazios, mas a demanda é muito elevada”. 

Os contentores de carga seca de 20 pés (6 metros), segundo ele, têm sido muito usados para exportar commodities (especialmente vegetais), assim como os de carga seca de 40 pés ,para embarques de algodão e madeira no Sul do País. 

O diretor do Sindamar aponta que os terminais de contêineres vazios têm realizado um trabalho significativo nos reparos e na disponibilidade de contentores, para que a área comercial não seja afetada e os clientes, atendidos. 

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Matheus Müller 1.137479 Wed, 13 Jan 2021 13:11:08 -0300