Tribuna do Leitor - 7 de agosto de 2020

Na edição desta sexta-feira (7), participações de Américo Hortas Filho, Waldomiro Alves da Silva, Carlos D. N. da Gama Neto e Luiz Vinagre

Sempre aconteceu

Lendo as manifestações sobre fake news, fica parecendo que a divulgação de notícias falsas só começou a ocorrer atualmente. Até achei estranho um ex-vereador se pronunciar sobre tal comportamento humano, uma vez que eu, um simples mortal, estivador aposentando, nos meus quase 70 anos, sempre presenciei a divulgação de boatos em época de eleições, com o objetivo de denegrir a imagem do opositor. Ou, então, para fazer que esse opositor perder tempo de propaganda eleitoral gratuita com justificativas. Isso acontece até em eleições para síndico de prédio. Será que o termo "uma lufada que arrasou São Paulo”, citada pelo ex-presidente Lula, quando candidato ao governo do estado de São Paulo, não seria uma fake news? Falar que seu oponente vai tirar a comida da boca do povo, que foi torturador durante o Regime Militar, quando ainda era um adolescente, montando falsos dossiês, não é fake news? Outra coisa estranha é falar em Imprensa livre quando, na verdade, salvo raras exceções, a Imprensa é parcialmente livre. Cada empresa, seja de Comunicação ou não, tem sua linha de conduta e o empregado precisa se portar dentro dela, sob pena de demissão, se as infringir. Nunca presenciei qualquer empresa atirar pedras em seu principal cliente.
Américo Hortas Filho - Santos

Profissão político

A festa da padroeira vai frustrar muitos candidatos a prefeito e vereador na Baixada Santista. Pelo protocolo de prevenção à Covid-19, não será possível aproveitar o momento da devoção da população para aparecer no melhor ângulo de visão da TV ou da mídia impressa para conseguir votos. Brevemente, a máscara cairá e a população verá.
Waldomiro Alves da Silva - Santos

Agenciamento

Todas ou quase todas as atividades sob concessão para a prestação de serviços de interesse público estão, ou deveriam estar, sujeitas à interme-diação de uma agência criada para tal fim. Todavia, o que se observa na prática é que esses organismos apenas intermedeiam o interesse do concessionário e não aquilo que convém ou deveria convir ao usuário desses serviços. Um dos exemplos mais marcantes é o dos grupos que englobam telefonia, televisão a cabo e internet, atividades que interessam à maioria da população consumidora e que são os que mais extrapolam as regras contidas no CDC e tergiversam informações sobre o fornecimento de seus serviços. Basta ver nos sites desses concessionários, os prazos estipulados para a vigência dos valores cobrados: “nos primeiros seis meses”. Isso e apenas isso! Oferecem preços vantajosos para angariar novos clientes, enquanto os usuários mais antigos ficam submetidos ao pagamento de valores muito acima dos praticados no momento. Urge que se dê um basta a esta situação, que se estende no tempo e na inércia, ou na inépcia, do poder instituído.
Carlos D. N. da Gama Neto - Santos

Perguntas e respostas

Respondo por esta coluna ao sr. José Milton S. e Silva, e a outros leitores que com ele concordem, que é lamentável afirmar que não foi Jair Messias Bolsonaro quem ganhou a eleição, mas, sim, dar crédito ao algoz de Lula, Sérgio Moro. É de conhecimento público que eventuais ilações sobre corrupção neste governo ainda não foram confirmadas e são totalmente diferentes dos julgamentos, decisões e prisões efetuadas nos governos Lula/Dilma. Também lembro que a discussão a respeito do “furto eletrônico” da eleição anterior a vitória de Bolsonaro foi levantada pelo PSDB e que ainda pedimos votação conjugada, com voto escrito e eletrônico. Quanto à Covid-19, impossível creditar ao Governo Federal a gravidade desta pandemia, quando sabemos ser esse vírus incontrolável. É impressionante a ira do PT e de outros aliados, que não suportam ver um governo sério e honesto mudar o rumo da nação, para que o nosso Brasil caminhe para a ordem e o progresso. Repito! Esperem 2022 e, se quiserem e puderem, voltem ao descalabro que fizeram o País ser vilipendiado e roubado. 
Luiz Vinagre - Santos

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