Tribuna do leitor - 27 de setembro de 2020

Na edição deste domingo (27), participações de Arlindo Caseli, Marcelo Mattos, Cidinha Santos, Wagner Fernandes Guardia e Sergio Fang - Santos

Importante é ser feliz

Acontecem coisas que pessoas com uma inteligência normal não entendem e os governantes justificam sem argumentos plausíveis. Trazer policiais para fiscalizar sem ter como cumprir a lei, mas apenas orientar irresponsáveis e sem cidadania que dizem amar nossa cidade e vão embora deixando sua sujeira nas praias e o vírus circulando. O presidente esteve no Vale do Ribeira desfilando no meio da população e das autoridades, que dizem zelar pelo povo, e ninguém teve coragem de orientá-lo. No dia da Independência, ao invés de panelaço, deveriam ter feito 1 minuto de silêncio em respeito aos 130 mil que não puderam assistir a festa que se espalhou pelo país. Temos que continuar acreditando que Deus é brasileiro ou que somos um país sério? As eleições estão aí. Vamos votar com consciência e cidadania, nossa verdadeira arma. Ou será que nesse dia irão evitar aglomeração e ir pra praia ser feliz?
Arlindo Caseli - Santos

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A retórica do caos

“Quem mente para si mesmo e dá ouvidos à sua própria mentira, não vê nenhuma verdade em si ou naqueles que o rodeiam e, assim, perde o respeito por si e pelos outros”. As palavras trazidas do clássico “Os Irmãos Karamazov”, de Dostoiévski, bem nos ilustra a toxidade do discurso do então presidente da República na abertura da Assembleia Geral da ONU. Foi mais uma vergonhosa desmoralização do Brasil, diante de um fórum de repercussão mundial, através de um pronunciamento abjeto de um Chefe de Estado medíocre, despreparado e subserviente. Utilizou-se da mentira como compulsão da desfaçatez para atacar à imprensa, encobrir os criminosos incêndios do Pantanal e Amazônia e o cinismo retórico sobre combate à pandemia da Covid-19 que ultrapassa as 138 mil mortes, fruto do descaso e omissão do Estado. Foi um discurso hipócrita, destacado pelo cinismo, menosprezo à democracia e a imprensa livre.
Marcelo Mattos - Santos

Aumento do IPTU

O prefeito de Santos prepara o caixa da cidade para seu sucessor aumentando o IPTU em 2,31%. Encerrando seu governo com 73,5% de aprovação (Badra Comunicação) quer emplacar seu candidato que pontua 11% de intenção de votos segundo pesquisa realizada pelo IPAT. Já faz muito tempo que a inflação alegada para o reajuste é sentida pelas trabalhadoras e trabalhadores, grande parte sem trabalho, com redução de salário ou desempregada! O que não dizer da situação de quem está sendo obrigado a mudar para a periferia da periferia porque não consegue pagar aluguel? Deixar de cobrar o imposto de grandes empreendimentos como o da Ponta da Praia e aumentar o IPTU mostra muito bem o lado escolhido pela atual administração. O número de apartamentos de luxo construídos nos últimos anos não aumentou a arrecadação de impostos? Será que esses imóveis estão em dia com os impostos ou atrasam o pagamento para fazerem jus ao desconto de 50%? Qual a destinação e investimentos feitos com esses recursos? A contrapartida acordada entre os poderes executivo e legislativo atende a que interesses?
Cidinha Santos - Santos

Quem paga a conta?

Parlamentares com seus benefícios e auxílios intactos, igrejas e seus integrantes riquíssimos podendo ter dívidas bilionárias perdoadas e, visando recursos para o fundo verde para a preservação do meio ambiente, a ideia é destinar para este fundo parte dos 5% que hoje são cobrados das indústrias de informática para a pesquisa e desenvolvimento e estender essa cobrança para outros segmentos como o de eletroeletrônicos e motocicletas. Como sempre, quem paga a conta?
Wagner Fernandes Guardia - Santos

Educação pós-covid

A educação online não é apenas uma adaptação temporária às contingências do mundo pandêmico. As Instituições de ensino já estão reconhecendo que deverão implantar essas estratégias ao lado de experiências off-line no futuro. Essas duas modalidades são complementares: cada uma preenche lacunas para a outra. Assim, o coronavírus mantém a promessa de elevar o impacto das instituições de ensino no futuro. As atividades presenciais, no entanto, ainda devem formar o pilar da educação. Afinal, apenas a conexão humana constrói relacionamentos e promove uma sinergia mútua. A chave para o sucesso em nosso mundo em mudança é criar sist</CW>emas nos quais experiências on-line e off-line são integradas e que é fácil navegar entre eles, trazendo assim a flexibilidade de oferecer experiências educacionais perfeitas e ricas em qualquer situação criando uma comunidade mais engajada em todo o mundo.
Sergio Fang - Santos

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