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Sexta-feira

7 de Agosto de 2020

Tribuna do Leitor - 27 de junho de 2020

Na edição deste sábado (27), participações de Secretaria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Santos, Feliciano Rodrigues Frazão, Pedro dos Santos Neto e Antonio Carlos de Moura

Sobre sinalização

Em atenção à carta do leitor Carlos Eduardo P. Machado, publicada em 21/6, a CET-Santos esclarece que o trecho da Conselheiro Nébias, em frente ao número 754, onde o munícipe estacionou o seu veículo, está devidamente sinalizado, com placas indicando a proibição de estacionamento de segunda a sexta-feira, das 12h às 20h. Especificamente na quadra do endereço citado, há seis placas da referida sinalização proibitiva, uma delas, inclusive, posicionada entre os números 754 e 748. Portanto, não procede a alegação do munícipe sobre falta de sinalização. Pelos manuais de sinalização vigentes no País, as placas devem ter distância máxima de 80 metros entre elas. No trecho em questão, o distanciamento é, em média, de 50 metros. A sinalização viária válida para o local permite apenas embarque e desembarque. Conforme o próprio munícipe, ele se ausentou do veículo por 10 minutos, caracterizando estacionamento em local proibido. Incorreu, portanto, em infração, ficando sujeito a sanções previstas na legislação de trânsito.
Secretaria de Comunicação - Prefeitura Municipal de Santos

Bem cuidada

Ratifico os comentários do sr. Juan Manuel Villarnobo, bem como aquele da própria Secretaria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Santos, publicadas nesta coluna sobre as críticas do senhor Nélson Machado, publicadas no dia 24 passado. Críticas essas que, igualmente, e com todo respeito, entendo totalmente infundadas. Nossa cidade está sendo muitíssimo bem cuidada, mesmo nesta época de pandemia. Nosso prefeito tem se dedicado bastante, inclusive no que diz respeito aos locais mais humildes, como algumas periferias e morros, locais estes onde já o encontrei por diversas vezes, vistoriando obras em execução. Nossa cidade é, sim, sempre muito bem vista pelos turistas, que aqui vêm desfrutar das maravilhas que lhes são oferecidas, e são muitas, sim! Ratifico, também, por inteiro, a opinião do sr. Nízio José Cabral, em relação aos elogios que faz no que diz respeito à concessão de título de Cidadão Vicentino ao presidente Jair Bolsonaro. Entendo, também com respeito ao respectivo colunista, infundadas as críticas há dias feitas nesta coluna, pois, não fosse a destinação daquela verba, a reforma da ponte não iria acontecer tão cedo. Parabéns à Secretaria de Comunicação da PMS e aos senhores Juan e Nízio. 
Feliciano Rodrigues Frazão - Santos

Justiça

Darão a Bolsonaro o título de Cidadão Vicentino por ele ter cumprido a obrigação de liberar a verba para os reparos da Ponte dos Barreiros. Na verdade, isso não teria acontecido se a jornalista Solange Freitas, à época, não tivesse trabalhado de forma incessante e incansável, promovendo um efeito dominó, culminando com a liberação dessa verba. Sendo assim, por questão de justiça a essa jornalista, seria ela a receber esse título.
Pedro dos Santos Neto - Santos

Decepções

Há uma máxima que diz que a Democracia é a convivência dos contrários. Realmente, isso é verdade. Mas não impede que fiquemos decepcionados com pessoas que criticam fatos, apenas em virtude de seus autores, ignorando o resultado a ser obtido com eles. Ao mesmo tempo, verificamos que ainda existe lucidez, como a desaprovação do comentário feito por um munícipe, desabonando Santos como cidade turística. Conheci várias cidades no Estado de SP e em outros do Brasil. Não só a lazer, mas também a trabalho. A cada saída de Santos, ocorria o regozijo do retorno. Santos sempre foi bela e, dentro em breve, estará mais bonita ainda com as obras significativas que ganhará. Outra decepção foi a crítica à concessão do título de Cidadão Vicentino ao presidente Jair Bolsonaro, que considerou os apelos da população da área continental de SV e não perdeu tempo ao liberar a verba necessária para a obra de recuperação da Ponte dos Barreiros. Se existem interesses políticos no caso, isso não é nada perante a penitência sofrida diariamente pela população usuária da ponte. 
Antonio Carlos de Moura - Santos

 

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