Tribuna do Leitor - 22 de julho de 2020

Na edição desta quarta-feira (22), participações de Secretaria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Santos, Assessoria de Comunicação da Sabesp na Baixada Santista, Família Prado Duarte, J.A. Nogueira de Sá, Eny Lousada e Juan Manuel Villarnobo Filho

Sobre medicação

Em resposta à carta da sra. Sandra Regina Martins, publicada no dia 21/07, a Secretaria de Saúde de Santos lamenta o transtorno enfrentado pela munícipe e informa que a pasta está com dificuldade de encontrar fornecedor do medicamento, devido à falta de matéria-prima para a sua produção, conforme justificado pelos laboratórios fabricantes. O Município vem tentando a compra emergencial do item, infelizmente, sem sucesso até o momento. Além disso, está com uma licitação em andamento para normalizar o abastecimento. A unidade de saúde agendará um retorno do paciente ao médico, para que seja feita uma reavaliação do caso e substituída a prescrição do medicamento, se possível, por outro disponível na rede.
Secretaria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Santos

Resposta da Sabesp

A Sabesp esclarece ao sr. José Marmo que a adição de cloro é uma das etapas do tratamento da água e sua dosagem é controlada durante o processo, que corrige a quantidade necessária do produto e os níveis de potabilidade, conforme estabelecido na legislação brasileira do Ministério da Saúde (Portaria de Consolidação nº 5, de 28 de setembro de 2017 do Ministério da Saúde). A água distribuída é analisada em laboratórios com ensaios acreditados pelo INMETRO, o que assegura a qualidade da água fornecida aos clientes, sem riscos para o consumo. Para esse controle, são realizados 90 tipos de testes e mais de 90 mil análises mensais, cujos resultados estão disponíveis no SISAGUA do Ministério da Saúde, que alimenta as Vigilâncias Sanitárias. Vale ressaltar que a Sabesp acompanhará as investigações e desdobramentos do caso e tomará todas as medidas judiciais junto a esses fornecedores. 
Assessoria de Comunicação da Sabesp na Baixada Santista

Agradecimento

Quero agradecer ao grupo de profissionais da UTI Pré-Natal do Hospital São Lucas, que na realidade são anjos que zelam por crianças que precisam de atenção especial quando nascem. Não citarei nomes para não cometer a injustiça de esquecer alguém. Uma dessas crianças foi o pequeno Heitor, um guerreiro com pressa de chegar ao mundo. Mas como era muito especial, Deus não quis que ele fosse contaminado pelas maldades do mundo e o chamou de volta ao céu. Foram 54 dias de felicidades, temores e, agora, de saudades.. Nunca poderemos retribuir todo o cuidado dispensado a ele. Mas, fica o nosso muito, muito, obrigado! Que Deus abençoem a todos!
Família Prado Duarte - Santos

Sensibilidade

A notável jornalista Vera Leon sempre nos brindou com seus artigos no jornal A Tribuna. Na edição deste domingo, nos presentou com uma reflexão sobre as marcas que a pandemia do coronavírus tem deixado em cada um. A interpretação e sensibilidade do artigo "Enquanto viajo pelo meu quarto", também nos faz pensar e questionar. O nosso agradecimento pelo excelente texto.
J.A. Nogueira de Sá - Santos

Fiscalização necessária

Concordo com o sr. Ademir de Abreu Ferrão na questão do barulho a que estamos expostos. Moro no bairro Pompeia em Santos e somos agraciados com um barulho enorme de motos, entregador da Ultragaz, gritando alto, entre outros. Temos dois carros de venda de ovos, com alto falante, que passam quatro vezes ao dia. Um carro vendendo pamonha, um carrinho de tapioca, outro de amendoim. Espero que haja fiscalização para motos e vendedores de todos os tipos de mercadorias diminuam o som. A Prefeitura deve fazer sua parte.
Eny Lousada - Santos

Punição

Diante dos fatos evidentes, testemunhas e provas robustas, além da exposição nacional e internacional, tenho absoluta convicção de que o desembargador Eduardo Almeida Prado Rocha Siqueira, que coleciona abusos de autoridade frequentes, será “exemplarmente punido” pelo Conselho Nacional de Justiça. Provavelmente, será suspenso ou afastado, sem interrupção de pagamento de salário e vantagens, ou será aposentado compulsoriamente, sem prejuízo na sua remuneração mensal. É ou não uma “punição exemplar”?
Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos

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