Tribuna do leitor - 14 de fevereiro de 2021

Participações de Carlos da Gama Neto, Karina Marques, Luiz Vinagre, Wagner de Alcântara Aragão e Josemilton Silva

Civilidade

Civilidade não é apenas cumprimentar os vizinhos e os conhecidos; não é unicamente respeitar a vez de embarcar em um coletivo; não é tão somente ceder lugar aos com mais de idade ou em condições de necessidade; e nem mesmo ajudar um deficiente a atravessar uma via; apesar de serem exemplos de educação e de boas maneiras. Entretanto, há muitos outros sinais inequívocos de respeito ao próximo, e ao meio onde se vive, e que acabam não sendo observados muitas vezes, apesar de sua importância para a boa convivência e para a saúde emocional do conjunto social. São sinais de civilidade não abusar do uso das buzinas; não deixar que os animais de estimação clamem o dia inteiro e em altos brados por atenção e companhia; recolher as fezes que esses mesmos companheiros ejetam nos passeios públicos; procurar caminhar com delicadeza, especialmente nos pisos onde a sola ou o salto do seu calçado ecoa de forma estrepitosa; valorizar o silêncio em horas de repouso da maioria das pessoas da circunvizinhança, especialmente, quando se esteja promovendo um encontro ou uma festividade; evitar o uso de sons em altos volumes – seja em casa ou em seu automóvel - e um sem número de situações desagradáveis que podem ser inibidas, apenas com um pouco de atenção. Afinal, as mostras de civilidade atraem boas energias e evitam os desgastes emocionais de parte a parte. Pense nisso, sempre!
CARLOS D. N. DA GAMA NETO – SANTOS

Vacina e emprego

Frequentemente, ouço muitas pessoas dizerem que não tomarão a vacina porque têm medo, já que ficou pronta muito rápido, quando vacinas demoram nove anos, em média, entre pesquisas e testes. Entendo que essas pessoas não estão contribuindo para um ambiente saudável e colocando em risco a vida de muitas pessoas por medo. Mesmo não concordando, cada um é livre para fazer o que quer. Contudo, é triste ver quem tem medo ser obrigado a tomar a vacina para não ser demitido por justa causa de seu emprego. O entendimento de que não ser vacinado contra Covid-19 poderá ser considerado falta grave, obriga o trabalhador a passar por uma situação na qual ele, claramente, sesente desconfortável. Entre perder o emprego ou tomar a vacina, creio que a balança pesa para o lado de que a família não passe fome.
KARINA S. MARQUES – GUARUJÁ

Desrespeito

Lamentável o tratamento desrespeitoso que a concessionária CPFL faz com o consumidor. Em 8 de fevereiro, fui à loja da Av. Ana Costa e fiquei estarrecido com mais de 50 pessoas aguardando atendimento no lado externo, debaixo de sol e em pé. Até mesmo idosos e gestantes, sem qualquer cobertura ou cadeira. Dentro da loja, apenas sete cadeiras e dois atendentes, que recebem ordens e não podem fazer nada. Uma atendente, aparentemente, terceirizada mandava entrar uma pessoa por vez. Nenhum supervisor ou encarregado para que pudéssemos reclamar. O 0800, como alternativa de reclamação, afirma que não é com eles e, sim, com Ouvidoria, cujo telefone só dá sinal de ocupado. Consegui falar com o sr. André, da assessoria de Imprensa da CPFL, em Campinas, e comuniquei que iria colocar esse descaso com o consumidor na mídia. Aliás, eu fiquei uma hora entre a chegada, espera e atendimento.
LUIZ VINAGRE – SANTOS

Turismo comunitário

A Tribuna publicou matéria muito interessante sobre turismo comunitário, apresentando algumas iniciativas nesse sentido. Essa concepção de turismo poderia ser aplicada no projeto de revitalização da região do Mercado Municipal, tido como prioridade pela Prefeitura. Poderia incluir os catraieiros, e capacitá-los para oferecer passeios a partir da Bacia do Mercado, e formar e moradores do bairro para trabalhar em restaurantes, artesanato e em outras atividades de economia solidária e criativa.
WAGNER DE ALCÂNTARA ARAGÃO – SANTOS

Mais um posto

Estou ansioso para a vacinação dos idosos com menos de oitenta anos. Gostaria que as autoridades distribuíssem um folheto com o calendário de vacinação em pontos de movimento e que o nosso prefeito, dr. Walter Sumam, disponibilizasse, um posto de vacinação em Vicente de Carvalho.
JOSEMILTON DE S. E SILVA - GUARUJÁ

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