<p data-end="45" data-start="0"><strong data-end="45" data-start="22">Resposta ao desafio</strong></p> <p data-end="813" data-start="47">Em resposta ao desafio lançado pelo leitor Luiz Guilhermo, digo que deve ter saído da bolha bolsonarista a mentira sobre empresas estão indo para o Paraguai. Lembro sempre do empresário patriota que, em 2022, bradou que fecharia todas as lojas se o Lula vencesse. Blefou, não foi embora e está tendo um superfaturamento. Fato é que várias indústrias estão fechando na Argentina do Milei, abrindo novas fábricas por aqui. Quanto aos Correios, há uma forte concorrência no mercado de entregas. Você compra hoje e amanhã uma pessoa de bicicleta te entrega a encomenda, sem cobrar frete. Mesmo assim, os Correios estão se adaptando. Por fim, sobre a pandemia e as mais de 700 mil mortes, o culpado por muitas delas está preso. Sr. Luiz, espero que aceite minha resposta.</p> <p data-end="854" data-start="815"><em data-end="854" data-start="815">Antonio Sergio de Jesus - São Vicente</em></p> <p data-end="867" data-start="856"><strong data-end="867" data-start="856">Futebol</strong></p> <p data-end="1472" data-start="869">O goleiro Gabriel Brazão foi punido com quatro jogos de suspensão pelo “atrevimento” de criticar uma péssima arbitragem. Pouco depois, em jogo do Red Bull Bragantino, uma bandeirinha marcou impedimento, confirmado por outra péssima arbitragem, de um atleta que recebeu a bola a partir de cobrança de lateral, causando perplexidade e indignação. Como jogadores e diretores estão proibidos de criticar o baixíssimo nível das arbitragens para não se sujeitarem a punições severas, fica a sugestão aos jornalistas para avaliá-las com isenção. Talvez isso melhore o nível da arbitragem, que anda muito baixo.</p> <p data-end="1496" data-start="1474"><em data-end="1496" data-start="1474">Mauro Silva - Santos</em></p> <p data-end="1507" data-start="1498"><strong data-end="1507" data-start="1498">Obras</strong></p> <p data-end="2079" data-start="1509">Uso este espaço de novo para voltar a tornar pública a degradação urbana nas ruas Rodrigo Silva e Santos Dumont, no Macuco, diante de obras inacabadas. Executadas pela Prefeitura com recursos do Governo Federal (Caixa), as obras deveriam ter sido concluídas em fevereiro. Não foram. Em abril, me manifestei neste espaço e acionei também a Ouvidoria, que retornou explicando a ocorrência de problemas com a empreiteira. Passados mais dois meses, a situação é a mesma: asfalto provisório, calçadas esburacadas, detritos, entulhos e nenhuma árvore plantada. Um desrespeito.</p> <p data-end="2118" data-start="2081"><em data-end="2118" data-start="2081">Wagner de Alcântara Aragão - Santos</em></p> <p data-end="2129" data-start="2120"><strong data-end="2129" data-start="2120">Fogos</strong></p> <p data-end="2644" data-start="2131">No domingo, ficaram o dia inteiro soltando fogos de artifício no Macuco, em Santos. Liguei no 190 e a atendente me disse que isso não era com eles, e sim com a Guarda Municipal, sugerindo que ligasse no 156. Ao discar esse número, uma gravação informando que a linha estava ocupada e, depois de dez minutos, a ligação caiu. Liguei várias vezes depois e o tempo inteiro estava ocupado. Um absurdo. Nesta segunda-feira, mais fogos no Macuco e ninguém resolve. O cachorro de casa tremia de medo. Quem pode me ajudar?</p> <p data-end="2678" data-start="2646"><em data-end="2678" data-start="2646">Sandra Regina Martins - Santos</em></p> <p data-end="2695" data-start="2680"><strong data-end="2695" data-start="2680">Tênis Clube</strong></p> <p data-end="3764" data-start="2697">Celebrar os 100 anos do Tênis Clube de Santos é celebrar também parte da história de milhares de santistas. Para a minha família, essa relação começou em 1955, quando meu avô, Manoel de Jesus Amaral, tornou-se sócio do clube. Desde então, o Tênis Clube passou a fazer parte de nossas vidas, criando laços que atravessaram gerações. Meu irmão André teve a honra de ser presidente da diretoria e atualmente é presidente do Conselho Deliberativo no centenário do clube, uma das mais importantes instituições esportivas e sociais de Santos. Suas quadras receberam grandes atletas e campeões, contribuindo para o desenvolvimento do esporte e incentivando inúmeras gerações. O Tênis Clube também guarda em sua história momentos marcantes, como a passagem do renomado cientista Albert Sabin, criador da vacina oral contra a poliomielite. Nestes 100 anos, o Tênis Clube de Santos deixou sua marca na cidade e na vida de seus associados. Sua história se confunde com a própria história de Santos, reunindo tradição, convivência familiar, esporte e cidadania. Parabéns a todos.</p> <p data-end="3794" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3766"><em data-end="3794" data-is-last-node="" data-start="3766">Marcelo Del Bosco - Santos</em></p>