<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.476336" attr-version="policy:1.476336:1757456042" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.476336/Projeto Canva - 2025-08-25T210117.070.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Gustavo Moreno/STF)</span></p> <p data-end="1593" data-start="243"><strong data-end="258" data-start="243">Acolhimento</strong><br data-end="261" data-start="258" /> O ser humano é um dos animais mais frágeis ao nascer — e permanece dependente por mais tempo. Se largarmos um recém-nascido ao léu, ele fatalmente morrerá sem cuidados. Pássaros, em poucos dias, são empurrados pelos pais para aprender a voar; bezerros nascem já andando; até mesmo gatos e cachorros, ainda filhotes, naturalmente procuram sozinhos a teta da mãe para mamar. Essa necessidade de cuidado, essa fragilidade, talvez tenha sido justamente nossa maior força. No nível pessoal, parece que carregamos conosco essa necessidade de acolhimento, de pertencimento. As religiões parecem responder a esse instinto: ali encontramos respostas para nossas dúvidas mais profundas, mas também um senso de comunidade. Porém, isso não acontece apenas nas religiões. Às vezes encontramos o mesmo sentimento em outros grupos. E novamente vivi essa sensação na Pinacoteca Benedito Calixto, ao ver a turma de alunos de piano — da qual minha mulher faz parte — se apresentar. Cada pessoa que subia ao palco relatava, à sua maneira, esse acolhimento, esse sentimento de pertencimento, entrelaçado à história de vida de cada um. Parabéns a todos os envolvidos — alunos, professores, direção da Pinacoteca — e que sigamos, como comunidade, criando espaços de acolhimento e pertencimento que valorizem cada momento.<br data-end="1563" data-start="1560" /> <em data-end="1593" data-start="1563">Paulo Prol Medeiros - SANTOS</em></p> <p data-end="2026" data-start="1595"><strong data-end="1605" data-start="1595">Senado</strong><br data-end="1608" data-start="1605" /> Sugiro, nas próximas eleições para a Presidência do Senado, que o eleito saiba, de cor e salteado, todo o conteúdo da Constituição e, sob a promessa de rigorosamente penalizar o infrator, por menor que seja o deslize constitucional. Na sabatina dos candidatos, dentre outros saberes, o principal é o da Carta Magna, sob pena de impeachment e a perda do cargo de senador.<br data-end="1981" data-start="1978" /> <em data-end="2026" data-start="1981">Humberto Schuwartz Soares - VILA VELHA (ES)</em></p> <p data-end="2490" data-start="2028"><strong data-end="2035" data-start="2028">STF</strong><br data-end="2038" data-start="2035" /> Gilmar Mendes, quem diria, virou o novo legislador do Brasil e atropelou a constituição para proteger os ministros do STF em relação ao impeachment. E o Senado com cara de fantasma agora foi esnucado, O Alcolumbre está numa sinuca de bico e, claro, muita gente está sujo no pedaço com processos no STF, como o honesto Renan. Quero ver o que vai acontecer. No Brasil é sempre um dia pior do que o outro e vamos levando.<br data-end="2459" data-start="2456" /> <em data-end="2490" data-start="2459">Zureia Baruch Jr. - SÃO PAULO</em></p> <p data-end="3048" data-start="2492"><strong data-end="2505" data-start="2492">Bolsonaro</strong><br data-end="2508" data-start="2505" /> O leitor sr. Jorge Yanez faz uma reprimenda ao também leitor e assíduo colaborador desta coluna, sr. Tiriba, a meu sentir, equivocada. Procurei a carta referenciada na missiva do sr. Yanez e confesso que não vi a alegação de estranhamento sobre o local de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. A interpretação do texto do sr. Tiriba é clara: os seguidores bolsonaristas alegam que o detento está em privação radical, em uma masmorra, o que, na realidade, é inversamente proporcional a uma masmorra.<br data-end="3011" data-start="3008" /> <em data-end="3048" data-start="3011">Marcus Aurelio de Carvalho - SANTOS</em></p> <p data-end="3424" data-start="3050"><strong data-end="3076" data-start="3050">Presidente de Portugal</strong><br data-end="3079" data-start="3076" /> O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, é conhecido por utilizar o serviço público de saúde de seu país. Na quarta-feira passada, ele saiu do hospital depois passar por cirurgia de emergência para tratar uma hérnia. Será que não há um político brasileiro com coragem de usar o serviço público?<br data-end="3386" data-start="3383" /> <em data-end="3424" data-start="3386">Franz Josef Hildinger - PRAIA GRANDE</em></p> <p data-end="3817" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3426"><strong data-end="3439" data-start="3426">Alô, Lula</strong><br data-end="3442" data-start="3439" /> O presidente Lula, talvez querendo ganhar algum Oscar, repete de forma exaustiva que quer o fim da fome no mundo. Deveria ver isso no Brasil. Dá R\$ 15 bilhões aos “parcas” da Lei Rouanet, Correios com um roubo de bilhões, empregos à companheirada e o tal fim da fome, nada. Esse é o verdadeiro jeito de enganar quem ainda acredita em políticos.<br data-end="3789" data-start="3786" /> <em data-end="3817" data-is-last-node="" data-start="3789">Marieta Barugo - SÃO PAULO</em></p>