<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.482788" attr-version="policy:1.482788:1763088451" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.482788/Antonio_.JPG?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Alexsander Ferraz/AT)</span></p> <p data-end="718" data-start="350"><strong data-end="366" data-start="350">Como cidadão</strong><br data-end="369" data-start="366" /> Como cidadão me vejo contribuindo com sugestões de melhorias para os pedestres e motorista. Algo simples como uma faixa viva de pedestres e placas de permissão para estacionar veículos em vias públicas, deficientes e pessoas idosos. Só que foi negado com uma resposta contraditória. Entendi que: não beneficia sociedade.<br data-end="692" data-start="689" /> <em data-end="718" data-start="692">Edison Oliveira - Santos</em></p> <p data-end="1500" data-start="720"><strong data-end="737" data-start="720">Pelé e Neymar</strong><br data-end="740" data-start="737" /> Pelé e Neymar representam dois tempos do futebol brasileiro. Pelé, considerado o maior jogador da história, destacou-se pela eficiência, visão de jogo e poder de decisão. Atuando em condições precárias, conquistou três Copas do Mundo e mais de mil gols, sempre com disciplina e sem grandes polêmicas. Neymar, em contraste, simboliza o futebol moderno: técnico, criativo e altamente midiático. Seu talento e estilo chamam atenção, mas a fama e o sucesso financeiro trouxeram desafios inéditos. Nesta sexta-feira (14), com a carreira estabilizada e a motivação em declínio, o craque parece distanciar-se dos gramados. Para os torcedores é triste ver um talento tão brilhante se apagar enquanto ainda poderia encantar o mundo.<br data-end="1466" data-start="1463" /> <em data-end="1500" data-start="1466">Gilberto Pereira Tiriba - Santos</em></p> <p data-end="2748" data-start="1502"><strong data-end="1510" data-start="1502">José</strong><br data-end="1513" data-start="1510" /> Lendo o artigo do jornalista Gregório José, sobre o “Brasil das Marias, Josés ... e Silvas”, lembrei-me de um acontecido comigo no ano de 1971, quando quase fui preso, ao procurar o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Tudo começou quando comprei um caminhão Ford F-600 basculante. Precisei fazer um financiamento para fazer a documentação. Quando estava quase tudo pronto, uma das funcionárias do começou a chamar: “Senhor José”. Ninguém respondia na sala. Ela chamou esse nome, pelo menos umas seis vezes. Daí, quando ela começou a chamar outro nome, eu me dirigi até a sua cabine e perguntei: “senhorita, você não vai chamar o meu nome?” Foi quando a funcionária, já nervosa, disse: “eu acabei de chamar o seu nome”. “A senhora acabou de chamar o Sr. José Milton. Meu nome é: Josemilton. Veja a diferença”. Falei pra ela que por causa desta falha, quase tinham me levado preso. Neste Brasil, é preciso ter muito cuidado, principalmente, porque há muitas pessoas com os nomes Marias, Josés, e outros muitos populares. Na minha família nesta sexta-feira (14) são seis, começando com 'Jose'. São: Joselice, Josenice, Josemilton, Josenias, Josenilton e Josiel. Tudo sem agudo no José.<br data-end="2700" data-start="2697" /> <em data-end="2748" data-start="2700">Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho</em></p> <p data-end="3721" data-start="2750"><strong data-end="2774" data-start="2750">Qual o legado deles?</strong><br data-end="2777" data-start="2774" /> Com a finalidade eleitoreira rasa como única justificativa, seis governadores de Estado resolveram dar apoio ao Cabral no Rio de Janeiro, sem ter planos, projetos, apenas um nome ridículo para enganar a população. Noutro momento resolveram aparecer em Interlagos, como se fossem ou tivessem feito algo pelo esporte nacional. Aliás, qual o legado depois de anos das gestões de Zema, Ratinho, Tarcísio, Cabral, Jorginho, Ibaneis e Caiado? Lembrando que legado não se faz com fake news, com hipóteses, mas sim, com obras reais, como universidades, hospitais, escolas, Segurança Pública com investimento em tecnologia e efetivos capacitados e bem remunerados além de Educação e Saúde de qualidade? Qual estrada de Minas Gerais foi construída por Zema em sete anos de governo? Qual hospital Tarcísio ergueu, não esquecendo que em Bauru centenas morreram desde a sua posse por falta de leitos hospitalares e de UTI.<br data-end="3689" data-start="3686" /> <em data-end="3721" data-start="3689">Rafael Moia Filho - Bauru (SP)</em></p> <p data-end="4030" data-start="3723"><strong data-end="3736" data-start="3723">Segurança</strong><br data-end="3739" data-start="3736" /> Li aqui neste conceituado espaço realmente democrático que em referência a seis governadores de estado, que estariam contra o descondenado e não a favor da Segurança Pública. Faço então uma pergunta: o que o seu presidente fez pela segurança nesse tempo todo?<br data-end="4001" data-start="3998" /> <em data-end="4030" data-start="4001">André Durante - São Vicente</em></p>