Tenente Coimbra

Matheus Coimbra Martins de Aguiar é 1º Tenente do Exército Brasileiro. É formado em Administração de Empresas. Também possui formação em Política e Estratégia, na Escola Superior de Guerra (ADESG). Foi eleito deputado estadual pelo Partido Social Liberal (PSL), com 24.109 votos, nas eleições de 2018.

Acesse todos os textos anteriores deste colunista

Mais uma grande vitória na educação pública de São Paulo

Já no primeiro ano de mandato, criamos a Frente Parlamentar pela Implementação das Escolas Cívico-Militares no Estado de São Paulo

Na semana passada, a Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) aprovou o projeto de lei de minha autoria que institui a implementação das escolas cívico-militares na rede pública estadual de ensino. Esse é mais um grande passo para que possamos melhorar a educação pública do estado. 

Clique e Assine A Tribuna por apenas R$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços!

Quem acompanha minha trajetória sabe que essa é uma das principais bandeiras do nosso gabinete. Já no primeiro ano de mandato, criamos a Frente Parlamentar pela Implementação das Escolas Cívico-Militares no Estado de São Paulo e desde então nos dedicamos à implantação do modelo, porque conhecemos os benefícios e não temos dúvida de que é um dos caminhos para um ensino público com mais qualidade. 

Esse projeto vai facilitar a adesão das escolas estaduais ao programa e detalha como será o processo de conversão das unidades escolhidas. O objetivo é proporcionar à comunidade escolar melhorias no ensino, no ambiente e convivência entre professores e alunos em áreas de vulnerabilidade social e com baixa média no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). 

A nossa proposta é implantar a gestão compartilhada entre a Secretaria de Educação e militares da reserva. É preciso deixar claro que nesse modelo os professores permanecem totalmente encarregados pelas aulas e pelo ensino, enquanto os militares atuam nos setores administrativo e disciplinar.

Ressalto aqui que nenhuma escola é obrigada a realizar a conversão. Primeiro, é feita uma seleção das instituições que manifestaram interesse. Depois, são apresentadas todas as informações sobre o funcionamento do Pecim aos professores, responsáveis pelos alunos e toda a comunidade escolar. Eles decidirão, por meio de votação, se o modelo será implantado. Todo processo é democrático e feito de forma transparente. 

São Paulo, que havia ficado de fora do programa federal, realizou a adesão depois da intermediação do nosso gabinete. Com isso, conseguimos a inclusão da escola municipal Matheus Maylasky, em Sorocaba, que já está em processo de conversão. 

Na Baixada Santista, a implantação do modelo avança na escola Professor Jorge Bierrenbach Senra, em São Vicente. Outras unidades de Santos e Guarujá também pleiteiam a inclusão após nossa indicação.

Agora, com a aprovação desse projeto de lei, as escolas estaduais também terão a oportunidade de adotar o modelo. A história da educação paulista nunca mais será a mesma e fico feliz de fazer parte dessa mudança. O projeto ainda será enviado para a sanção do governador e esperamos que ele aprove o mais rápido possível. A educação pública deve ser tratada com prioridade.

Tudo sobre:
 
Este artigo é de responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a linha editorial e ideológica do Grupo Tribuna.
As empresas que formam o Grupo Tribuna não se responsabilizam e nem podem ser responsabilizadas pelos artigos publicados neste espaço.