[[legacy_image_271300]] Um tripulante do navio MV Dino, atracado no cais do Armazém 31 do Porto de Santos, testou positivo para malária na tarde desta terça-feira (30). Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A Autoridade Portuária de Santos (APS) afirmou, em nota, que foi informada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre a presença do caso positivo e solicitou à agência de navegação que representa o navio para restringir o acesso de pessoas a bordo. O órgão orientou ainda que apenas pessoas essenciais para a segurança do navio ou da operação acessem a embarcação, desde que protejam as partes descobertas do corpo, principalmente pernas e braços, e usem repelentes, além de pedir que permaneçam o menor tempo possível a bordo. Também foi solicitado ao comandante da embarcação e à arrendatária do Armazém 31 (GB Terminais), segundo a nota, que sejam realizadas ações como desinsetização e desinfestação para evitar a proliferação do mosquito transmissor da malária, o Anopheles. O navio MV Dino está atracado, mas, por conta do clima chuvoso, não está operando no embarque de açúcar. A Anvisa informou, por meio de nota, que foi acionado o protocolo e realizado o procedimento para desembarque e atendimento médico do paciente, que teve o caso de malária confirmado. O órgão orientou também que seja feita a manutenção de atendimento médico e testagem dos outros tripulantes da embarcação. MaláriaUma das doenças parasitárias mais antigas do mundo, a malária é causada por quatro diferentes tipos do protozoário do gênero Plasmodium. No Brasil são encontradas três espécies, a mais comum é a P. Vivax. A doença é transmitida pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. Ela pica o ser humano, que passa a ser hospedeiro do protozoário. Se um mosquito não infectado picar uma pessoa contaminada, ele passa também a transmitir a malária. A doença também pode ser transmitida pelo compartilhamento de seringas, transfusão de sangue ou até mesmo da mãe para feto, na gravidez. Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, calafrios e falta de apetite.