[[legacy_image_109758]] As equipes de vários órgãos federais lideradas pelo Instituto Brasileiro dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) fizeram nesta segunda-feira (4), uma inspeção em oito terminais do Porto de Santos, sendo dois deles que movimentam amônia e nitrato de amônio. O trabalho integra a Operação Relíqua, que foi iniciada no último dia 27 e vai até a próxima sexta-feira (8). Essa ação tem o objetivo de verificar as condições de armazenamento, manuseio e transporte desses produtos perigosos na região e em outros portos do País. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! A responsável pela Unidade Técnica de Santos do Ibama, Ana Angélica Alabarce, avalia que houve muitas melhorias nas empresas em relação ao ano passado, quando essa grande inspeção foi realizada pela primeira vez. “Os terminais estão se adequando e fazendo o melhor, o que significa uma segurança para o Porto e para toda a população. As empresas foram muito receptivas”, afirmou. A agente ambiental federal explicou que houve avanços em comparação ao ano passado no que diz respeito ao atendimento, ao manuseio e ao cuidado com as cargas operadas. Ela citou ainda que as empresas promoveram simulados e produziram relatórios. A ideia do órgão de fiscalização iniciar essa operação no ano passado ocorreu após o acidente no Porto de Beirute, no Líbano, provocado em agosto de 2020 por uma explosão de milhares de toneladas de nitrato de amônio - essa substância é utilizada na produção de fertilizantes e estava armazenada no complexo marítimo. A Operação Relíqua conta com a participação de técnicos do Ibama, das agências nacionais de Transportes Aquaviários (Antaq) e de Transportes Terrestres (ANTT), da Receita Federal, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Essa iniciativa também envolve a participação de integrantes da Autoridade Portuária de Santos (APS), do Exército e da Capitania dos Portos de São Paulo.