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Terça-feira

11 de Agosto de 2020

Funcionário do IML é demitido por suspeita de fazer sexo com cadáver de mulher

Servidores do instituto disseram que no dia, dois funcionários saíram para comemorar a vitória do Flamengo na final da Libertadores, e voltaram bêbados. Um deles teria praticado o ato

Um auxiliar de necropsia de 52 anos foi demitido do IML (Instituto Médico Legal) por suspeita de necrofilia (quando se tem relações sexuais com um cadáver), na noite de 23 de novembro. De acordo com a polícia, ele teria sido flagrado por um perito criminal que estava de plantão neste dia. Caso aconteceu em Manaus. 

Um agente do DPTC (Departamento de Polícia Técnico Científica) teria entrado na sala de necropsia para coletar dados sobre um cadáver do sexo feminino e acabou encontrando o homem sobre esse corpo. Ao notar a presença do perito, o funcionário teria pulado e saído do local. 

O caso foi comunicado à direção do DPTC que na mesma noite, demitiu o homem e mais um outro funcionário que estava no local. De acordo com a investigação, os dois estariam embriagados e cometeram "faltas funcionais graves", segundo nota divulgada pela Secretaria de Segurança Pública. 

Servidores do instituto que preferiram não se identificar disseram que, no dia do ato, os dois funcionários saíram para comemorar a vitória do Flamengo sobre o River Plate por 2 a 1, na final da Libertadores, e voltaram bêbados ao IML. 

Um inquérito policial sobre o caso foi instaurado para investigar denúncias de prática de necrofilia pelo suspeito no IML. O caso foi registrado no 27º DIP (Distrito Integrado de Polícia).  

*Com informações da UOL  

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