[[legacy_image_265685]] A morte de Rita Lee abalou a música brasileira. Personalidades, políticos, músicos se pronunciaram nas redes sociais, lamentando a perda. “Comadre Rita, Anibal, cabrinha, caprichosa capricorniana, amiga... Descansa, minha irmã. Amo você”, escreveu Gilberto Gil. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Os dois tiveram uma relação próxima nos anos 60 e 70, quando os Mutantes acompanharam o cantor baiano em festivais e ambos participaram da Tropicália. Juntos, lançaram Refestança, um disco ao vivo, em que Gil canta músicas de Rita e a rainha do rock entoa clássicos de Gil. Os roqueiros do Barão Vermelho reverenciaram: “Viva Rita Lee! Nossos sentimentos aos familiares, amigos e fãs da maior roqueira do País!”. Ilustrados por fotos em que beijam Rita, os posts de Maria Bethânia e Lulu Santos falavam do amor que ambos nutrem por ela. Também Milton Nascimento se manifestou. “Muito triste com a partida da minha querida amiga Rita Lee”. Na política, o Governo do Estado emitiu uma nota de pesar pela morte, lamentando “profundamente o falecimento” de um “ícone do rock nacional”. “Figura importante da música brasileira, a paulista marcou gerações com suas canções e apresentações”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou no Twitter. “Rita ajudou a transformar a música brasileira com sua criatividade e ousadia. Não poupava nada nem ninguém com o seu humor e eloquência. Enfrentou o machismo na vida e na música e inspirou gerações de mulheres no rock e na arte”. Lula decretou luto de três dias no País. Empoderamento“É uma perda irreparável. Ela foi uma revolucionária na música, começou a falar sobre empoderamento feminino lá atrás”, fala o produtor de espetáculos Carlos Valente, que teve contato com Rita uma vez, em 2002, em um show dela no então Mendes Convention Center, em Santos. “Ela era exigente com os cuidados técnicos, de som e luz, mas muito receptiva. Bem tranquila de trabalhar. Brincalhona, espirituosa”, recorda.