[[legacy_image_295867]] Sou uma completa negação quando o assunto são mangás, as tradicionais histórias em quadrinhos japonesas, até porque, à exceção de Mauricio de Sousa e Disney, não sou ligado em HQs no geral. Foi, portanto, uma enorme e grata surpresa descobrir um universo tão rico em One Piece, adaptação de um mangá (e de um anime) de sucesso que chegou à Netflix batendo recordes e liderando em 86 países. Um sucesso sem precedentes no streaming. A história da série em live action é das mais clássicas que existem: de piratas. O seu mundo fantástico é, tal qual o de Tolkien, muito bem mapeado e povoado por diversas raças, como humanos, homens-peixe e anões. O protagonista é Monkey Luffy, um jovem que, ao lado de seus companheiros e inspirado pelo pirata mítico Shanks, se envolve em dezenas de aventuras na busca pelo One Piece, tesouro que fará dele o rei dos piratas. Nessa saga, que é o principal motor da série, entram também elementos como seus companheiros de jornada, os diversos inimigos que eles encontram oceano afora e também um sentimento muito claro de que, além de amigos, eles são uma família. Tudo é tratado pela ótica do humor, mesmo que a série contenha um certo grau de violência, e isso se reflete também na direção de arte, com um visual muito colorido e chamativo. Os episódios são longos para o gênero, cerca de uma hora cada um. Há oito nesta primeira temporada, e todos eles já estão disponíveis na plataforma. Para alguém que nunca havia tido contato mais próximo com a franquia, a impressão é bem positiva e me deu vontade, inclusive, de assistir ao anime, que tem mais de 1000 episódios já produzidos, e aos filmes – feitos ao longo dos últimos 30 anos. E como eu não tinha essa referência, fui buscá-la na crítica especializada e nos fãs: apesar de não ter a profundidade que marcava a animação, a versão de One Piece com atores é respeitosa o suficiente com sua fonte de inspiração, segue a linha sem perder sua identidade na transição do mangá para o mundo de Hollywood. Esse é um dado importante, pois a facilidade com que produtores erram a mão nessa passagem é impressionante. É uma questão de tempo para que a série seja renovada para sua segunda temporada, já que o sucesso de público e de crítica e a quantidade de histórias ainda não contadas justificam a continuidade. +++Invasão alienígenaA Disney soltou nesta semana o primeiro trailer de um projeto muito esperado pelos fãs de ficção científica: Ninguém Vai Te Salvar. O thriller sobre invasão alienígena foca na história de uma jovem mulher que volta à casa em que nasceu, mas que é despertada no meio da noite por ruídos decididamente não humanos. O trailer continua mostrando, em maior escala, a invasão acontecendo. E é a garota que vai ter que encarar o líder dos extraterrestres. O filme, que foi rodado em Nova Orleans, EUA, chega ao Star+ ainda neste mês. Taylor Swift no cinemaEstá para chegar aos cinemas o filme da nova turnê de Taylor Swift, que os produtores têm a expectativa de que reproduza o fenômeno de filas e interesse do longa da Barbie, estreando com mais de US\$ 100 milhões. Por enquanto, o filme Taylor Swift: The Eras Tour será exibido nas salas de cinema apenas dos Estados Unidos e Canadá. Será que chega por aqui?