Peças são raras e representam diferentes períodos da história ferroviária paulista, alega Administração (Sílvio Luiz/AT) A Prefeitura de Santos assinou contratos para ampliar o acervo do futuro Museu Ferroviário de Santos e reformar o bonde que será utilizado como Posto de Informações Turísticas (PIT) na Praça das Bandeiras, no Gonzaga, e substituirá o atual. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Os extratos (resumo) dos acordos foram publicados no Diário Oficial desta terça-feira (2). Um deles trata da aquisição de locomotivas e vagões históricos para o museu. A aquisição de locomotivas e vagões será feita por meio de contratação direta, sem licitação, da empresa Mercado Surpresa Ltda., no valor de R\$ 4,140 milhões. Serão compradas as locomotivas de números 611 e 811, os carros de passageiros 25 e 43, dois truques (conjuntos com peças como rodas e freios) e uma réplica de bonde. A assinatura ocorreu em 28 de novembro, pela Secretaria de Obras e Edificações. De acordo com a Prefeitura, as peças são raras e representam diferentes períodos da história ferroviária paulista. A locomotiva 811 foi fabricada para o Exército Alemão durante a Primeira Guerra Mundial e acabou apreendida no Porto de Santos. Segundo a Prefeitura, circulou por décadas na ferrovia que ligava Cubatão à represa de Pilões, operada pela antiga Companhia City. A locomotiva 611 e os carros 25 e 43 provêm da Companhia Paulista de Estradas de Ferro. À ESPERA A Administração lembra que Santos já tem 13 bondes e aguarda outros oito, doados por cidades da Alemanha e do Japão. Ainda: três vagões históricos da antiga São Paulo Railway, recebidos em 2018, já estão na garagem de bondes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), no Valongo. Todos integrarão o Museu Ferroviário, que ficará nesse local.