Força-tarefa para evitar a perturbação do sossego público é realizada em Peruíbe

Ação, batizada de "Operação Perturbação Zero", foi feita na praça Melvin Jones, na orla da praia do Centro

Uma força-tarefa foi realizada, no último sábado (26), em Peruíbe, para evitar a perturbação do sossego público entre outros descumprimentos da lei.

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A operação, batizada de "Perturbação Zero", esteve na praça Melvin Jones, na orla da praia do Centro. A ação contou com a participação da Guarda Civil Municipal (GCM), o Serviço de Trânsito (Setran), a Polícia Militar, o Conselho Tutelar e a Fiscalização de Posturas para uma ação conjunta multidisciplinar.

De acordo com o comandante da GCM, Thiago Cosme, diversos veículos foram fiscalizados pela Polícia Militar. Alguns deles, entre automóveis e motocicletas, tiveram de ser levados ao pátio após constatação de irregularidades e caixas de som também foram apreendidas por parte da Fiscalização de Posturas.

“Dezenas de jovens também foram abordados pela GCM, acompanhada do Conselho Tutelar, por conta da falta do uso de máscaras, entre outros motivos”, afirmou o comandante. Um deles foi conduzido para a Delegacia por desobediência e desacato.

Na região, comércios em desacordo com horário de funcionamento, flagrante de aglomerações e falta do uso de máscaras também foram notificados. Segundo Cosme, essas ações ocorrerão constantemente aos finais de semana, nos locais com maiores índices de perturbação do sossego e descumprimento ao decreto municipal.

Na última semana o prefeito Luiz Mauricio (PSDB) esteve em reunião por videoconferência com a participação do Ministério Público, GCM, Setran, Conselho Tutelar e moradores. O objetivo foi o tratar de ações coordenadas entre as diferentes frentes para inibir a perturbação do sossego público.

Entre as solicitações, Mauricio pediu para que fosse a Polícia Militar fique no local até as 5h nas regiões com maior movimento onde ocorrem denúncias de desordem. “Meu pedido foi aceito e mediante parceria entre estes órgãos, fizemos essa ação conjunta de segurança e fiscalização.”

O chefe do Executivo determinou que um guincho e o pátio ficassem disponíveis para que os veículos envolvidos no distúrbio fossem recolhidos e as devidas multas aplicadas, conforme determina a lei. “Somente com a união de todas as frentes de segurança pública seremos capazes de sanar esse problema. Essa é uma demanda que não é exclusivo em nosso município e toda região litorânea sofre com isso há várias décadas, mas estamos determinados em dar um fim nesse transtorno.”

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