[[legacy_image_320470]] A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de São Paulo (Semil) fez a entrega da reforma do terminal de Vicente de Carvalho, onde são feitas as travessias de barcas, na manhã desta quarta-feira (20). O prédio recebeu novos pisos, cobertura, instalações elétricas e hidráulicas, sistema de combate a incêndio e acessibilidade, além da recuperação do muro de contenção do estaleiro. O investimento feito foi de R\$ 6,9 milhões. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! De acordo com a Semil, também estão em andamento obras de melhorias no outro lado da travessia, a Estação Praça da República, em Santos. Essas intervenções têm previsão de término para o segundo semestre de 2024 . Além disso, está prevista a construção de um novo flutuante no lado de Guarujá, o qual, conforme o secretário-executivo da Semil, Anderson Oliveira, deve ser entregue antecipadamente, em fevereiro. Os investimentos em obras físicas totalizam R\$ 19 milhões. Os trabalhos fazem parte de um pacote de R\$ 243 milhões, que serão aplicados até 2024 pelo Governo de São Paulo, através da Semil, para a melhoria dos sistemas de balsas do Estado. ReclamaçõesQuestionado sobre as reclamações recorrentes dos usuários do sistema de travessia de barcas, que, recentemente, denunciaram a superlotação das embarcações e terminais, Oliveira afirmou que a Semil busca dar a melhor resposta possível. “As obras feitas na travessia, tanto aqui (em Guarujá) quanto no lado de Santos, vão trazer uma melhoria muito grande para o usuário e essas reclamações vão diminuir bastante em números”. Ainda sobre os problemas de superlotação, o secretário-executivo disse que há uma capacidade máxima em cada embarcação e que questões de segurança devem ser respeitadas. Ele acrescentou que atrasos podem acontecer em decorrência de eventuais manutenções nas barcas. “O tempo médio de espera aqui é de 12 minutos para fazer a travessia, ou 20 minutos em horário de pico. Realizamos essa medição e acompanhamento o tempo todo. Excepcionalmente, pode acontecer algum evento extremo e provocar, de fato, um tempo maior de espera”, disse Oliveira. Outra queixa dos usuários comentada pelo secretário-executivo foi a referente à falta de espaço na passarela de desembarque, considerada muito estreita por quem pega as barcas diariamente. “Essa parte de embarque e desembarque também será reformada, com previsão de entrega em fevereiro”, afirmou.