Bike Santos sofre mudanças e a partir do mês que vem será pago

Serão oferecidos três planos de pagamento: um mensal, semestral e anual

25/09/2017 - 18:30 - Atualizado em 25/09/2017 - 19:59

Um novo contrato de gestão do Bike Santos entrou em vigor a partir desta segunda-feira (25). O modelo a partir de agora terá custo zero para o Município, exploração de mídia pela empresa operadora e possibilitará melhorar a qualidade e, consequentemente, a manutenção do serviço prestado.

A fim de conter os atos de vandalismo, reforçar o comprometimento do usuário com a preservação do sistema e, assim, fidelizá-lo, haverá cobrança de passe no valor de R$7,50 por mês para quem aderir ao plano de uso anual (total de R$ 90,00 por ano) e R$8,33 para o passe semestral (R$ 50,00). O valor de R$ 10,00 será para quem a aderir ao plano mensal e R$ 5,00 para o passe diário (indicado para turistas).

A retirada de bikes continuará ilimitada, das 6h às 23h, todos os dias da semana, desde que respeitadas as regras – viagens de 45 minutos com intervalos de, no mínimo, 15 minutos. A Serttel venceu a licitação promovida pela Companhia ao oferecer menor valor para o passe mensal (R$ 10,00).

O contrato para garantir a continuidade do programa de compartilhamento de bicicletas públicas foi firmado pela Companhia de Engenharia e Tráfego (CET-Santos) com a Serttel Soluções em Mobilidade e Segurança Urbana – que já era a responsável pelo sistema. Para a Prefeitura, a mudança na forma de gestão vai gerar economia. O município investia mensalmente R$ 100 mil para manter o programa em funcionamento.

Serviço passará por mudanças a partir de outubro; usuários devem ficar atentos (Foto: Nirley Sena / AT)

Novos equipamentos

Novas bicicletas serão colocadas no sistema em substituição às existentes. As 100 primeiras já serão trocadas no primeiro mês; outra centena em 60 dias; e a quantidade total (370 veículos) em até três meses.

Pelo novo contrato, a empresa deve disponibilizar o sistema completo (estações e bikes) após 90 dias. Porém, a CET garante a continuidade do mesmo durante a transição, a fim de que a população não seja prejudicada.

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