Cuca veta saída de Lucas Veríssimo do Santos; agente não garante permanência

Zagueiro é uma das peças mais cobiçadas do elenco do Alvinegro Praiano

10/08/2018 - 16:10 - Atualizado em 10/08/2018 - 16:25

Zagueiro Santos, Lucas Veríssimo esteve na mira do
Zenit (Foto: Ivan Storti/Santos FC)

Cobiçado desde o meio do ano passado por clubes do exterior, o zagueiro Lucas Veríssimo não deixará o Santos nesta temporada. Pelo menos no que depender de Cuca. Com o empréstimo de David Braz ao Sivasspor, da Turquia, o treinador, em entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira (10), vetou a saída do defensor de 23 anos. 

A justificativa do comandante alvinegro é de que suas únicas opções para o setor são Luiz Felipe, Gustavo Henrique, o próprio Veríssimo, Robson Bambu e, quando solicitado das categorias de base, o jovem Sabino. Por isso, não cogita uma nova baixa. 

Recentemente, o Santos teria recusado uma proposta do Zenit, da Rússia, pelo jogador.

"O Lucas é um jogador que não podemos perder de forma alguma. Se deixamos o David Braz ir, em outra situação (a venda do) Lucas é boa para o clube, mas não pode ser agora. Precisamos muito dele. No final do ano, é outra coisa. Agora, não podemos perdê-lo", declarou.

Permanência é relativa

Procurado por A Tribuna On-line, Sidão, um dos empresários do atleta, no entanto, disse que é cedo para afirmar que Veríssimo permanecerá na Vila Belmiro. De acordo com o agente, se alguma proposta aparecer, o jogador e o seu estafe vão ouvir. 

"Dizer que o Veríssimo não sai é muito relativo. Hoje, ele quer o melhor para todo mundo. Mas se vier algo de fora, vamos querer ouvir e, se for interessante para ele, vamos conversar. A declaração do Cuca de que ele não sai é boa para fortalecer o Veríssimo. Mas é relativo", disse o representante. 

Sidão também detalhou como foram as conversas com o Zenit. Segundo o agente, o clube russo não chegou a formalizar proposta pelo zagueiro. Se tivesse oficializado, de acordo com o empresário, Veríssimo teria saído. 

"O Zenit me procurou falando que pagaria 10 milhões de euros. O problema é que eles queriam que o Santos enviasse uma carta se comprometendo a aceitar essa proposta sem que ela tivesse sido oficializada. O Santos disse que não enviaria a carta, e eles desistiram do negócio. Se tivessem apresentado um documento com esses valores, a transação teria acontecido", explicou Sidão.

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