Apresentado pelo Santos, Sánchez conta o segredo para ganhar a Libertadores

Jogador uruguaio se integrará ao elenco santista na próxima semana

24/07/2018 - 12:15 - Atualizado em 24/07/2018 - 15:44

Carlos Sánchez foi apresentado pelo Santos nesta terça-feira (24) (Foto: Ivan Storti/Santos FC)

Carlos Sánchez diz que ter uma equipe unida e competitiva é o segredo para conquistar a Libertadores. O jogador uruguaio, campeão em 2015, foi apresentado oficialmente nesta terça-feira (24), em São Paulo, e passará a integrar, efetivamente, o elenco do Santos na próxima segunda-feira (30).

"É um prazer estar aqui. Me sinto muito emocionado. Nunca imaginei jogar em uma equipe com tanta história", disse o jogador, logo no começo da entrevista coletiva, no Santos Business Center, na Capital.

Ele tem 33 anos, estava no Monterrey, do México, e fechou contrato com o Peixe até o fim de 2021. Em 2015, o uruguaio foi um dos destaques do River Plate, campeão da Libertadores da América daquele ano.

"Creio que no futebol não há muitos segredos. O único segredo é ter uma equipe unida e estar sempre à altura de uma Copa tão disputada como a Libertadores", falou.

Polêmica

Antes de assinar contrato com o Peixe, Sánchez foi procurado pelo Palmeiras. José Carlos Peres, presidente do Santos, admitiu que o clube da capital fez uma proposta superior à dos santistas, mas não seduziu o jogador. O uruguaio tratou de pôr panos quentes na disputa.

"Não tive muito conhecimento do Palmeiras. Sempre foi o Santos com quem negociei. Era só chegar a um acordo com o Monterrey, que era a equipe onde eu estavas. Sempre foi Santos que me buscou e por isso sou agradecido", disse ele.

O presidente do clube, ainda falou sobre a legião de estrangeiros. Foi o termo que ele usou para explicar as chegadas do costarriquenho Bryan Ruiz e, agora, do uruguaio Carlos Sánchez. O time aqui conta com o colombiano Jonathan Copete.

"Muitas pessoas me perguntam por que a legião estrangeira que a gente está montando. Obviamente, porque jogadores brasileiros e também mais próximos aqui na América do Sul não teriam condições de jogo de disputar as três competições (Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro e Libertadores)", explicou Peres.

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