Suposta integrante do PCC é presa por tráfico de drogas em Guarujá

Mulher de 31 anos foi detida por policiais da DIG, em cumprimento de mandado de busca e apreensão

09/02/2018 - 19:02 - Atualizado em 09/02/2018 - 19:12

Suspeita foi detida por policiais da DIG na Rua 
Guadalajara, em Guarujá (Reprodução/Google Maps)

Uma mulher foi presa acusada de tráfico de drogas, posse irregular de arma de fogo e suspeita de envolvimento com a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). A auxiliar administrativa Joana Spaolonzi, de 31 anos, foi detida em seu apartamento no Jardim Guadalajara, em Guarujá.

A prisão foi feita por homens da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) em cumprimento de um mandado de busca e apreensão. A acusada é alvo de um processo cautelar que tramita sob segredo de Justiça na 2ª Vara Criminal guarujaense.

De acordo com informações preliminares, a acusada usaria o seu apartamento, na Rua Guadalajara, para armazenar drogas, arma e foragidos da Justiça. Segundo a apuração policial, ela integraria a facção criminosa que opera dentro e fora de presídios brasileiros.

Drogas e arma

No imóvel, os policiais teriam encontrado uma porção de maconha de 14,5 gramas, várias cápsulas para acondicionar o entorpecente, anotações sobre tráfico e manuscritos que apontariam que ela seria membro da facção. Além disso, havia balança, oito telefones celulares bloqueados por senha, uma pistola calibre 38 e munição para a arma.

Apesar de os policiais terem autorização judicial para analisar o conteúdo dos aparelhos da acusada, ela se negou a preencher as senhas de acesso dos telefones. Por isso, os agentes enviaram os oito equipamentos para que peritos tentem extrair os conteúdos por meio de equipamentos tecnológicos adequados.

Segundo a Polícia, a droga encontrada no apartamento da acusada seria vendida. Por isso mesmo, ela foi autuada em flagrante. Auxiliaram a configurar a atuação as anotações relativas a vendas, a balança e embalagens para tráfico.

Além disso, na casa da acusada a Polícia ainda localizou outra mulher que, inicialmente, estava foragida (ela tinha fugido do regime semiaberto em 2007). Após consulta na Vara de Execuções de Campinas, a pena imposta a ela estava prescrita. Por isso, ela foi liberada.

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