Lateral do Palmeiras, Marcos Rocha diz que Corinthians é favorito no clássico

Para o ala, fato de o rival ser o atual campeão o coloca à frente do Verdão no jogo

20/02/2018 - 18:24 - Atualizado em 20/02/2018 - 21:41

Lateral do Palmeiras ressalta que time vive bom
momento (Foto: Cesar Greco/Ag Palmeiras)

O lateral palmeirense Marcos Rocha não tem dúvidas na hora de apontar um favorito para o clássico de sábado (24) com Corinthians, no Itaquerão, pela nona rodada do Campeonato Paulista. "Não somos favoritos, o favorito é o Corinthians, por ser o atual campeão. O Corinthians tem que tentar permanecer com o título, e os times precisam ir atrás dele. Vamos continuar focados para no fim, quem sabe, acabar como campeão", afirmou o lateral em entrevista coletiva na tarde desta terça-feira na Academia de Futebol.

Um dos reforços do Palmeiras para a temporada, após mais de 300 jogos pelos Atlético Mineiro, o lateral afirma que a semana que antecede o clássico é diferente das outras. Além disso, ele reconhece que o resultado da partida vai influenciar diretamente o restante da competição. 

"Acredito que (o clássico) vale mais do que os três pontos. É um dos maiores clássicos da América do Sul. Já tive contato com ex-corintianos que passaram por esta rivalidade", analisou o jogador, explicando que o peso do clássico já foi tema de conversas entre os jogadores. 

"O Felipe Melo falou da importância de jogar contra o Corinthians, que pode dar tranquilidade ao treinador, tira o peso. É um jogo importante, que não vai decidir nosso futuro na competição e no ano, mas a cobrança do torcedor é pela vitória sobre o Corinthians. Internamente, pelos funcionários, também. É importante dar a resposta, eles ficam mais contentes, temos semanas de trabalho com tranquilidade. Vai ser importante para as duas partes. Que vença quem estiver melhor preparado", acrescentou o lateral. 

O lateral revelou que o grupo se reuniu para assistir aos vídeos dos últimos dois jogos, os empates com Linense e Ponte Preta. "Nosso momento é bom, são seis vitórias e dois empates. Nos reunimos depois dos empates, vimos vídeos para consertar nossos erros. Em casa não jogamos os 110% necessários, porque se não teríamos vencido. Contra a Ponte o campo estava difícil, tivemos de sair da nossa característica de posse de bola e velocidade e dificultou", avaliou o lateral.

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