Decisão da Câmara de rejeitar termelétrica causa indignação

A votação ocorreu na última quarta-feira e o texto segue para análise do prefeito Luiz Maurício (PSDB)

03/11/2017 - 21:30 - Atualizado em 03/11/2017 - 21:32

A diretoria da Gastrading viu com indignação a decisão da Câmara de Peruíbe ao aprovar a proposta de lei que proíbe a instalação de empreendimentos causadores de poluentes no ar, como o projeto Verde Atlântico Energia elaborado pela empresa, que prevê a construção de uma usina termelétrica e um terminal de gás natural liquefeito, na Cidade. 

A votação ocorreu na última quarta-feira e o texto segue para análise do prefeito Luiz Maurício (PSDB), que já adiantou que sancionará o texto.

Para a companhia, a decisão do Legislativo “evidencia um desvio de finalidade” com a intenção de prejudicar o projeto. A empresa ingressou na Justiça contra o Legislativo por entender que a propositura foi uma “ação inconstitucional”. 

“A Gastrading entende que esse posicionamento da Câmara não representa a opinião da totalidade da população de Peruíbe e nem do Brasil. O País está prestes a vivenciar um novo ‘apagão de energia’, devido à crise hídrica”, aponta um dos trechos da nota da empresa.

A companhia explicou que dará continuidade ao projeto, cujo licenciamento ambiental foi iniciado em 2015, por entender que “as regras existem para serem cumpridas”.

Vontade do povo

O presidente do Legislativo, Rodrigo Silva (PSDB), ainda não foi intimado oficialmente sobre a decisão e preferiu não se manifestar. 

>Na avaliação do chefe do Executivo de Peruíbe, “os vereadores, que são os representantes da população, aprovaram quase que por unanimidade o projeto. O regime democrático foi observado. Lei foi feita para ser cumprida. Sempre deixei isso muito bem claro”. 

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