Assassino de pai de Michael Jordan tenta revisão de pena

Crime ocorreu há 25 anos, em uma estrada na Carolina do Norte

20/07/2018 - 21:39 - Atualizado em 20/07/2018 - 22:11

James Jordan foi assassinado dentro de seu carro
(Foto: Reprodução)

Um dos condenados pelo assassinato de James Jordan, pai de Michael Jordan, o maior nome do Chicago Bulls e da NBA, pediu a revisão de sua pena. A defesa de Daniel Green alega ter provas suficientes para reabrir o caso. O crime aconteceu 25 anos atrás.

O pai do maior jogador de basquete de todos os tempos foi morto em 1993 dentro de seu carro, em uma estrada no estado da Carolina do Norte. O corpo só foi encontrado 11 dias após o crime.

Green e Larry Demery foram julgados e condenados à prisão perpétua. Mas os advogados do primeiro citado esperam que a Suprema Corte considera evidências que comprometeriam o julgamento, o que poderia reduzir a pena — como ajudando, ele ficaria apenas dez anos preso. A ideia é mostrar que as evidências de sangue e os depoimentos foram deturpados.

Green admite que ajudou a carregar o corpo de James Jordan. Entretanto, afirma não ter puxado o gatilho que matou a vítima. Também diz que não estava presente na hora do disparo.

O promotor do caso, Johnson Britt, se manifestou. "Eu só acho que é a personalidade dele. Ele nunca vai admitir o que ele fez. Ele nunca vai admitir o que o júri disse que fez. Ele simplesmente não aceitará isso".

Esta é a segunda vez que o condenado tenta a revisão da pena. A primeira tentativa ocorreu em 2010.

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